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Campinas

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Campinas é uma cidade do estado de São Paulo, também considerada a "Capital do Interior". Possui área de 795,697 km². Sua população estimada em 2006 era de 1.059.420 habitantes. Localiza-se a cerca de 90 km da capital do estado (São Paulo) e possui uma economia diversificada e dinâmica. Décima primeira cidade mais rica do Brasil, o município representa, isoladamente, 0,96% de todo o Produto Interno Bruto (PIB) do país, além de ser responsável por 10% de toda a produção científica nacional, sendo o terceiro maior pólo de pesquisa e desenvolvimento brasileiro.

O município é formado pela cidade de Campinas e por quatro distritos: Joaquim Egídio, Sousas, Barão Geraldo e Nova Aparecida. É a terceira cidade mais populosa do estado de São Paulo, ficando atrás de Guarulhos e da capital paulista. Sua região metropolitana é constituída por 19 municípios e conta com 2.633.523 habitantes, o que a torna a nona mais populosa do Brasil.


Chegar[editar]

Vista da cidade de Campinas.

De avião[editar]

Há também voos regulares internacionais diretos conectando o aeroporto a Lisboa, em Portugal e Montevidéu, no Uruguai.

O aeroporto é servido pelas linhas de ônibus urbano 1.93 (até o Terminal Central) e 1.98 (até o Terminal Ouro Verde). Para se chegar de carro, o acesso é pela Rodovia Santos Dumont (saída para Indaiatuba), logo após passar o viaduto sobre a Rodovia dos Bandeirantes.

De ônibus[editar]

  • Terminal Multimodal Ramos de Azevedo:
    • Ônibus rodoviários (na Rodoviária);
    • Linhas seletivas da EMTU (na Rodoviária);
    • Linhas metropolitanas da EMTU (pelo Terminal Metropolitano Prefeito Magalhães Teixeira, anexo à Rodoviária).

De carro[editar]

A cidade é um dos maiores entroncamentos rodoviários do país, nela passando diversas rodovias. Algumas das mais importantes para a cidade são:

  • Rodovia Anhanguera (SP-330) - Cruza a cidade, partindo de São Paulo no sentido sudeste-noroeste em direção a Ribeirão Preto e ao Triângulo Mineiro. Há ainda a ligação com a Rodovia Washington Luís, na região de Limeira, que se liga a importantes polos regionais do estado como: São Carlos, Araraquara e São José do Rio Preto. Em suas margens estão numerosas empresas e fábricas, como a da Bosch. Trata-se da rodovia mais movimentada da cidade e da Região Metropolitana de Campinas.
  • Rodovia dos Bandeirantes (SP-348) - passa na Região Sul da cidade, vinda de São Paulo), no sentido sudeste-noroeste. A rodovia ganhou novo traçado e os últimos quilômetros de seu antigo percurso - que cruzam a Região Oeste e receberam o nome de Rodovia Adalberto Panzan - hoje servem de ligação entre esta rodovia e a Rodovia Anhanguera. Há ainda a ligação com a Rodovia Washington Luís, na região de Limeira, ligando-se a Região Central do Estado, com cidades como São Carlos, Araraquara e São José do Rio Preto.
  • Rodovia Adalberto Panzan - Principal ligação entre as rodovias, Anhanguera e Bandeirantes, estando próxima ao fim da Dom Pedro I. Era o antigo trecho final da Rodovia dos Bandeirantes antes de sua ampliação, rumo a Iracemápolis.
  • Rodovia Dom Pedro I (SP-065) - termina na Anhanguera e atravessa a cidade sequencialmente nas direções leste, sul e sudeste, rumo a Atibaia e ao Vale do Paraíba; São José dos Campos e Jacareí. Trata-se de uma Rodovia importante, que tem às margens hipermercados (Carrefour e BIG), fábricas (Lucent e Samsung) e shopping centers (Shopping Parque Dom Pedro e Shopping Galleria).
  • Rodovia Santos Dumont (SP-075) - segue no sentido norte-sul, rumo a Sorocaba, tendo seu começo na Rodovia Anhanguera. Passa por regiões como o Jardim do Lago e o Jardim Itatinga. Também é por ela que se faz o acesso ao Aeroporto de Viracopos, localizado no extremo sul da cidade.
  • Rodovia Adhemar de Barros (SP-340) - segue na direção norte, rumo a Jaguariúna e Mogi-Mirim. Dá acesso aos bairros rurais, a condomínios como:(Estância Paraíso,Alphaville e Parque Xangrilá.Também a colônias agrícolas (Fazenda Monte D'Este/Colônia Tozan) na região norte da cidade.
  • Rodovia Professor Zeferino Vaz (SP-332) - Segue na direção noroeste rumo a Paulínia e a Cosmópolis, servindo como ligação de Campinas ao distrito de Barão Geraldo, à UNICAMP, e à REPLAN. Em função do trânsito intenso de veículos, do grande número de acidentes e da má qualidade do asfalto, o trecho entre Campinas e Barão Geraldo ficou conhecido depreciativamente como Tapetão. Recentemente a pista passou por um processo de recapeamento e teve sua velocidade máxima reduzida de 100km/h para 80km/h, a fim de reduzir os acidentes.
  • Rodovia Jornalista Francisco Aguirra Proença (SP-101) - segue na direção oeste, rumo a Hortolândia, a Monte Mor e a Capivari. Por ter uma parte de seu percurso em pista única, ocorrem muitos acidentes.
  • Rodovia José Roberto Magalhães Teixeira (SP-083) - no sentido norte-sul, serve de ligação entre a Rodovia Dom Pedro I e a Rodovia Anhanguera, já no município de Valinhos.
  • Rodovia Lix da Cunha (SP-73) - Conhecida também como Estrada Velha Campinas à Indaiatuba, rodovia é pouco utilizada pelos motoristas, devido a modernidade e conforto da Rodovia Santos Dumont que liga a cidade a Indaiatuba.

Circule[editar]

De táxi[editar]

Campinas possui uma grande frota de táxi, abaixo segue algumas das mais importantes frotas da cidade.

  • , Rua Francisco Glicerio, 305 - Centro, 19 3207-2000.
  • , Rua Antônio Sarmento, 27 - Vila Industrial, 19 3772-3311.
  • , Rua Antônio Nunes dos Santos, 424 - Jd. Vovo.
  • , Regente Feijó, 173 - Vila Lídia, 19 3232-8553.
  • , Rua Luiz Vicentin, 31 - Jd. St. Genebra II, 19 3289-4995.

De carro[editar]

Há inúmeras empresas de locações de veículos em Campinas, facilitando assim, a vida do turista.

Estacionamento[editar]

  • , 19 3233-5358.
  • , 0800 11-6001.
  • , 19 3235-2220.
  • , 19 3237-0930.

De ônibus[editar]

Ônibus urbanos

A cidade conta com aproximadamente duzentas linhas de ônibus urbano (gerenciadas pela EMDEC) e cem linhas de ônibus metropolitanos e intermunicipais (gerenciadas pela EMTU-SP).

Sistema InterCamp é o Sistema de Transporte Público de Campinas, operado por ônibus das empresas concessionárias do transporte coletivo e mini/midiônibus do serviço alternativo, implantado em 2005. Foi criado a partir do desejo da Administração Municipal de tornar o transporte coletivo promotor de mudança radical nas condições de mobilidade e circulação das pessoas, com um serviço de excelência para todos. Atualmente, o Sistema InterCamp possui 1.245 veículos, sendo 529 acessíveis (42,4% do total). A idade média da frota é de 4,71 anos. O InterCamp registra na catraca a média de 620 mil passageiros por dia, volume que representa aproximadamente 240 mil usuários/dia. A cidade é dividida em 5 zonas nesse sistema: Verde (triângulo), Azul (círculo), Vermelho (quadrado), azul-escuro (X) e cinza (central)


A tarifa em vigor no Intercamp é R$ 3,30. Há a possibilidade de fazer integrações pelos terminais fechados (sem necessidade de cartão) ou utilizando o Bilhete Único oferecido pela TRANSURC que oferece até 3 usos em um período de 1,5h pagando apenas uma passagem.

Os terminais da cidade são:

  • Campo Grande (T.C.G. - fechado)
  • Ouro Verde (T.O.V. - fechado)
  • Barão Geraldo (T.B.G. - fechado)
  • Padre Anchieta (aberto)
  • Itajaí (aberto)
  • Vila União (fechado)
  • Vida Nova (aberto)
  • Metropolitano (aberto, com fechamento em estudo pela EMDEC e EMTU)
  • Shopping Iguatemi (aberto, recém-promovido a esta categoria)

As Estações de Transferência são várias ao longo dos corredores exclusivos. Os corredores exclusivos estão sendo adaptados para o BRT (20 ônibus do padrão já estão em circulação

Evite andar de ônibus no horário de pico nas linhas com maior demanda. Apesar da população parecer bastante receptiva e simpática, evite ostentar riqueza material (estar de forma homogênea entre a população) e sempre esteja atento à pessoas estranhas que pareçam querer roubar algo.

Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT)[editar]

Entre 1991 e 1995 operou em Campinas um transporte de média capacidade sobre trilhos, conhecido por Veículo Leve sobre Trilhos, ou simplesmente VLT. Todavia, devido à diversos erros cometidos em sua implantação, como a ausência de integração com os ônibus e uma estação central em posição desvantajosa, a operação comercial foi deficitária, e o serviço descontinuado.

Ciclovias[editar]

Em função de seu relevo acidentado, Campinas não é uma cidade com condições ideais para a prática do ciclismo. Até o ano de 2006, Campinas não possuía nenhuma ciclovia, somente uma ciclofaixa com aproximadamente 5km em volta da Lagoa do Taquaral, instalada no início da década de 90 e ampliada com a conclusão da Praça Arautos da Paz. Em 2006 foram instaladas ciclovias no canteiro central da Avenida Atílio Martini, no distrito de Barão Geraldo, com aproximadamente 1,5km de extensão e outra ciclovia nos dois sentidos da Estrada dos Amarais.

Veja[editar]

Catedral Metropolitana de Campinas.
Casa Grande e Tulha, resquício da primeira plantação de café em Campinas.
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  • (ao lado da Lagoa do Taquaral). Um parque com uma agradável caminhada que abriga o Museu do Café, que conta a história da ocupação da cidade na época colonial.
  • (Joaquim Egídio).
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  • (Parque Ecológico Monsenhor Emílio José Salim). Aos domingos, acontece uma feira de produtos agrícolas sem agrotóxico.
  • . Mais conhecido como 'Lagoa do Taquaral' este parque, localizado no tradicional bairro do Taquaral, possuí 648.409 m² de área verde com uma lágoa, pedalinhos, bondinhos, bosques e uma fauna e flora diversificada, além da famosa Caravela, cartão postal de Campinas.
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  • . Mirante localizado na região alta do bairro Jardim Chapadão conhecida como Castelo, em função da Torre, originalmente construída como caixa d'água entre 1936 e 1940. Com altura de 27 metros e localizada a 735m de altitude, o mirante da Torre de Campinas permite ver Campinas em quase todas as direções. No pavimento intermediário a Torre abriga o Museu da SANASA, companhia municipal de abastecimento de água, com equipamentos antigos. Tanto o mirante como o museu estão abertos à visitação pública aos sábados e domingos, das 12:00 às 20:00.
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Faça[editar]

A cidade sempre teve uma posição destacada no Estado de São Paulo, com grande produção e recursos culturais. Conta com três teatros municipais, com a Orquestra sinfônica da cidade (fundada em 1974, durante as festividades do bicentenário da cidade e considerada uma das três melhores do país, ao lado da OSESP e OSB), vários grupos de música erudita, corais, 43 salas de cinema, dezenas de bibliotecas (uma delas municipal), galerias de arte, museus etc. A vida cultural é variada e intensa, especialmente na música popular.

Compre[editar]

  • . Encontre de tudo a preços muitíssimo baixos. Vale a pena pesquisar e analisar os produtos.
  • . Outlet.
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Coma[editar]

Campinas possui uma grande diversidade gastronômica, com restaurantes de culinária: portuguesas, japonesas, francesas, italianas, chinesas, árabes, alemãs, além de variados tipos de restaurantes, de todos os tipos e preços.

Beba e saia[editar]

Como toda cidade grande, Campinas possui uma variada vida noturna, é possível encontrar opções das mais populares a clubes exclusivos. Espalhados por toda a cidade, os “botecos” são a opção preferida dos campineiros para encontrar amigos, beber cerveja ou chope, experimentar petiscos e ouvir boa música. Esses bares despojados estão dos bairros mais elegantes à distante periferia. Os mais concorridos ficam na região da Cambuí, Barão Geraldo, Castelo, além do centro. E também há ótimas casas noturnas que agradam a todos os gostos.

Durma[editar]

Campinas é abastecida por hoteis de excelente qualidade contando com toda a infra-estrutura necessária para acolher quaisquer tipo de família, personalidade, ou times que possam visitar a cidade. Os hoteis variam de pequenos a altos preços, muitos são de luxo e sofisticados, porem também reserva sua parte simples e barata.

Partir[editar]

Distrito de Sousas[editar]

Sousas, um dos quatro distritos de Campinas, tem ganhado fama de excelente ponto turístico por suas belezas naturais, ares de rusticidade e ótima gastronomia. O pequeno distrito possui mais de 60 estabelecimentos comerciais no setor de entretenimento entre bares, restaurantes, cafés, docerias, pizzarias, casas noturnas e espaços de eventos.

Antigas fazendas tornaram-se ambientes propícios para receber toda a família pelo dia inteiro, do café-da-manhã até o final da tarde, com direito a almoço caprichado feito no fogão a lenha. Casarões do século passado foram transformados em ambientes belíssimos para realizações de festas e eventos sofisticados. Restaurantes apresentam gastronomia que transita do requinte da cozinha francesa à rústica culinária mineira. Casas de show atraem pessoas adeptas de diversos ritmos musicais do samba, sertanejo ao rock clássico ou contemporâneo.

Durante as estações mais frias do ano, a temperatura pode se aproximar de 0 graus, fazendo com o que comércio ofereça as típicas comidas de inverno, como caldos, sopas, cremes e fondues.

Na primavera e no verão, a Rio Atibaia mantém o clima mais ameno do que no restante da cidade, o que propicia atividades ao ar livre, como caminhadas ecológicas pelas diversas trilhas que levam a Joaquim Egídio e à Serra das Cabras ou passeios pelas ruas de pedra para aproveitar a Vila das Artes - feira com produtos feitos por artesãos da cidade - e sua música ao vivo, por exemplo.

O distrito também mantém a tradição de festas populares e religiosas, como a de Santana, realizada sempre no mês de julho, que apresenta forte herança cultural trazida pela colonização italiana.

Levantamento feito pela Seplama (Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente) da Prefeitura de Campinas, em 1996, apontou que o patrimônio arquitetônico de Sousas é composto por cerca de 60 edificações (fazendas) dotadas de valor histórico, estético e cultural, com características do período áureo do ciclo do café no Brasil. Algumas delas estão abertas à visitação.

Natureza[editar]

Localizada na porção Leste da cidade de Campinas, Sousas e Joaquim Egídio foram transformados em Área de Proteção Ambiental, nos anos 90, com o objetivo de conservar a diversidade de ambientes e de espécies, bem como preservar a região dentro dos conceitos de desenvolvimento sustentável.

Segundo a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), a região possui cerca de 60% dos remanescentes de Mata Atlântica existentes no município. A paisagem é marcada por serras e morros e sua fauna e flora são bastante diversificadas: são 250 espécies de aves, 68 de mamíferos, 45 de anfíbios e 40 de répteis.


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