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Sagres

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Sagres é uma pequena vila no distrito de Faro, em Portugal. Foi nela que o infante Dom Henrique instalou a famosa Escola Naval no século XV.

Chegar[editar]

De avião[editar]

O Aeroporto Internacional de Faro, que recebe voos frequentes das principais cidades europeias está a cerca de 105 km de Sagres.

De comboio[editar]

A cidade mais próxima de Sagres, que conta com uma estação de comboios é Lagos, a cerca de 30km de Sagres. Esta estação conta com ligações para todo o Algarve, Lisboa e Sevilha.

De autocarro[editar]

A vila tem ligações regulares de autocarro de e para todo o país, particularmente o Algarve.

De carro[editar]

A maneira mais comum de chegar a Sagres. Seguir pela A2 em direcção ao Algarve. No final da A2 seguir pela auto - estrada A22 no sentido Portimão e sair na segunda saída para Lagos em direcção a Vila do Bispo. Seguir pela EN125 durante 30 minutos até chegar a Sagres. De Espanha seguir pela auto - estrada E1 Sevilha - Huelva e a Sul de Portugal pela auto - estrada A22.

Circule[editar]

A pé[editar]

Devido à sua dimensão poderá circular com facilidade no centro histórico de Sagres a pé.

De táxi[editar]

Existem há disposição vários táxis que o podem levar aos pontos de interesse turístico que não se encontram no centro histórico da vila.

De bicicleta[editar]

Prática bastante comum para explorar a Vila de Sagres, encontra facilmente no centro serviços de aluguer.

Veja[editar]

Vista frontal da Fortaleza de Sagres
  • . O Promontório de Sagres, que ainda mantém a sua orgulhosa altivez, foi mandada construir pelo Infante D. Henrique, com intuito defensivo. A sua origem remonta ao século XV, embora tenha sofrido várias alterações desde essa altura. No seu interior, e provavelmente do mesmo século, uma gigantesca rosa-dos-ventos, com mais de 40 metros de diâmetro, está desenhada com pedras no chão. Situa-se numa óptima posição estratégica uma vez que, para além de guardar e proteger duas enseadas que constituem excelentes ancoradouros e pontos de desembarque, revela-se como um óptimo ponto de observação e controlo da navegação costeira entre o Mediterrâneo e o Atlântico. Da sua falésia escarpada, constantemente batida pelo vento, o visitante usufrui uma deslumbrante panorâmica ao longo da costa, com destaque para as enseadas de Sagres, o cabo de São Vicente (extremo sudoeste do continente europeu) e a imensidão do Oceano Atlântico. A própria fortificação e as suas imediações, integradas no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, oferecem a possibilidade de um olhar próximo ao património natural da costa, especialmente no que se refere à flora, abrigando algumas das espécies mais representativas da região.
  • . A edificação do actual templo, construído dentro das muralhas da Fortaleza de Sagres, veio substituir, possivelmente em 1570, à época de D. Sebastião, a antiga ermida de Santa Maria mandada erigir em 1459 pelo Infante D. Henrique. Após o terramoto de 1755, em que ficou danificada, foram acrescentados a sacristia e o campanário. Apresenta uma planta simples quadrangular de nave única, com pequenas janelas isoladas nas paredes e remate em abóbada de canhão. Aqui se encontra inserido, desde 1997, o retábulo em estilo barroco da Capela de Santa Catarina do Forte de Beliche.
  • . Este Forte, consagrado a Santo António, foi construído nos reinados de D. Manuel ou de D. João III, em data não determinada, mas anterior a 1587 - uma vez que se encontra desenhado no mapa desta região aquando do ataque de Francis Drake. Tinha como função controlar uma zona de possível desembarque e proteger os pescadores que ali tinham uma armação de pesca de atum. No interior, existe uma Capela cujo orago é Santa Catarina. A entrada do Forte, ostenta um Escudo com as Armas de Reais e uma inscrição datada de 1632 que faz referência à reconstrução do forte nesse ano. O terramoto de 1755 causou-lhe grandes danos, tendo sido progressivamente abandonada. Foi, finalmente, recuperada em 1960, e sobre os alicerces dos antigos quartéis foi feita uma casa de chá, cujas obras foram levadas a cabo pela Direcção dos Edifícios e Monumentos Nacionais, na sequência de trabalhos realizados no Cabo de S. Vicente e em Sagres nos finais da década de 50, tendo em vista as comemorações do V Centenário da Morte do Infante D. Henrique.
  • . O cabo de São Vicente é um cabo situado no extremo sudoeste de Portugal continenta. Do cabo, hoje incorporando um moderno farol, sucedâneo de outro, erguido no século XVI, é possível apreciar a passagem dos navios que transitam entre o Mar Mediterrâneo e o norte da Europa. O Cabo de São Vicente faz parte do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina.
  • . O charme do Porto da Baleeira está no cenário envolvente dos pequenos barcos de pesca, que fazem desta actividade um dos principais pilares da economia local e da bela pequena ilha do martinhal, conta ainda com uma pequena praia e com uma recente doca de pesca um lugar historico relacionado com o Forte da Baleeira. Aqui poderá escolher entre o mercado de peixe e os passeios de barco, que durante o Verão saem à procura de golfinhos e baleias, satisfazendo os apaixonados pela biologia marinha da região.

Faça[editar]

Observação de golfinhos; Observação de aves marinhas; Pesca; Passeios de barco pela costa; Passeios pedestres; Passeios a cavalo; Passeios Jipe TT; Mergulho; Desportos radicais aquáticos como o Surf, Windsurf, Canoagem entre outros.

Compre[editar]

Doces regionais que têm como ingredientes base a amêndoa, o figo, a gila e os ovos; Licores Regionais tais como, a aguardente de medronho e a aguardente de figo.

Coma[editar]

A gastronomia baseia-se no peixe fresco, marisco e, também, alguma confecção de carnes. O peixe é muito variado podendo-se destacar o sargo, tamboril, peixe espada, linguado, salmonete, besugo, pescada, dourada, ferreira, peixe galo, carapau, sardinha, entre outros. Estes são confeccionados das mais variadas formas, cozidos, assados, fritos, grelhados ou estufados. Para além dos peixes há a destacar alguns invertebrados marinhos, como o polvo, a lula e o choco, que são de grande importância na alimentação desta zona. O marisco mais consumido é o camarão, sapateira, santola, ostras, mexilhão e perceve, que se comem cozidos com bastante sal, ou então assados na chapa, caso sejam bivalves. Quanto à carne, pode-se referir a carne de porco, o coelho e a lebre, que constituem um recurso cinegético desta zona.

Beba e saia[editar]

A Vila de Sagres oferece uma variada escolha em bares e discotecas, que aguardam pela sua visita após o seu dia de praia, ao seu passeio de barco ou a sua visita subaquática às grutas algarvias, desde o Dromedário, Mitic, Água Salgada, Warung, Last Chance Saloon, Pau de Pita entre outros à discoteca Topas.

Durma[editar]

  • . Caracterizado por um ambiente descontraído, contemporâneo e de design, este hotel de 4 estrelas reúne as condições ideais para fugir da rotina do dia–a–dia com uma escapadinha de fim de semana ou para passar uns excelentes dias de férias.
  • , 282 620 240, fax: 282 624 225, e-mail: . Com uma privilegiada vista da Fortaleza de Sagres e do Cabo de S. Vicente, foi inaugurada em 1960, nas comemorações do V Centenário da morte do Infante D. Henrique.. Desenhada pelo Arquitecto José Segurado, a Pousada conta com 51 quartos e uma piscina exterior com uma deslumbrante vista sobre a costa. Está preparada com equipadas salas de reuniões e serviço de casamentos no romantismo do castelo.

Partir[editar]


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