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São Paulo/Centro Histórico

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O Centro Histórico é uma região de São Paulo.

Catedral Metropolitana de São Paulo,"Catedral da Sé"

Entenda[editar]

Lugar de nascimento da cidade de São Paulo, o Centro Histórico de São Paulo foi também durante muito tempo o centro financeiro da cidade além do local onde estiveram as atividades de maior importância na cidade nos mais diversos setores da economia e vida social. Atualmente passa por processos contínuos de revitalização. Fazem parte dele os bairros , Luz, República, Campos Elíseos e partes de Vila Buarque, Brás, Santa Cecília, Bela Vista e Consolação.

Chegar[editar]

Mapa de São Paulo/Centro Histórico

De trem/metrô[editar]

  • Linha 1 (azul) do Metrô, estações Sé, São Bento, Luz e Liberdade
  • Linha 3 (vermelha) do Metrô, estações Pedro II, Sé, Anhangabaú e República
  • Linha 4 (amarela) do Metrô, estações Paulista, República e Luz
  • Linhas 7 (rubi), 10 (turquesa) e 11 (coral) da CPTM, estação da Luz
  • Linha 8 (diamante) da CPTM, estação Júlio Prestes

Veja[editar]

  • Beco do Pinto, entre a Casa nº1 e o Solar da Marquesa de Santos.
    1 Beco do Pinto (Beco do Colégio), Rua Roberto Simonsen,136 (Metrô linhas: Azul e Vermelha – Estação Sé), 11 3106-5122, e-mail: . ter-dom, das 9h as 17h. Antiga passagem entre o Solar da Marquesa de Santos e a Casa nº 1. Atualmente é administrado pela Casa da Imagem e abriga projetos de artistas contemporâneos desenvolvidos especialmente para o espaço. Integra o Museu da Cidade de São Paulo e, juntamente com o Solar da Marquesa de Santos e a Casa nº 1, constitui um significativo conjunto arquitetônico, histórico e cultural. Gratuito.
  • Monumento do artista Caciporé Torres no Largo São Bento
    2 Largo São Bento, Largo de São Bento, s/nº - Centro – São Paulo (Próximo ao Metrô São Bento). Considerado um dos espaços públicos mais antigos de São Paulo, o Largo São Bento surgiu em 1598 e, antes de começar a se transformar, abrigava a aldeia indígena do cacique Tibiriçá. Pela localização e intenso movimento, em 1854, o Largo foi reurbanizado e alguns elementos dessa época permanecem, como as grades de ferro, projetadas pelo arquiteto francês Fourchon, que seguiam os modelos europeus da época. O espaço conta com jardins, bancos, calçadão, um monumento do artista Caciporé Torres, além do Colégio e Igreja São Bento. Desde 2013, o Largo também abriga a Feira São Bento do Livro, organizada pela Biblioteca do Mosteiro de São Bento.
  • 3 Quartel da Rota (1º Batalhão de Polícia de Choque Tobias de Aguiar), Av. Tiradentes, 440 (Próximo ao Metrô Tiradentes - linha Azul), (11) 3115-0188/ (11) 3315-0188 / (11) 3327-7062, e-mail: . Visitas devem ser agendadas. Sua construção foi de 1888 até 1892. Seu projeto foi idealizado pelo arquiteto Ramos de Azevedo. Uma das referências de estilo foi o modelo de um Quartel da Legião Estrangeira Francesa, no Marrocos. É considerado um dos maiores batalhões da Polícia Militar no Brasil, com mais de 150 viaturas em seu pátio e 900 homens. Existe uma rede de túneis e também um museu no subsolo do quartel aberto ao público. O local tem ligação com outras regiões centrais, como a cavalaria. Gratuito.
  • Praça do Patriarca, vista lateral do monumento arquitetônico
    4 Praça do Patriarca (Linha 3 vermelha, estação Sé). 24 horas. A Praça do Patriarca é uma das praças mais antigas da cidade de São Paulo, construída em 1912. Seu nome homenageia José Bonifácio de Andrade e Silva, patriarca da Independência. A praça possui um monumento arquitetônico desenhado por Paulo Mendes Rocha, que cobre a entrada para a galeria Prestes Maia, um acesso para o Vale do Anhangabaú. O local serve como palco para diversas manifestações políticas e culturais e está localizado próximo às principais ruas do Centro de São Paulo. Gratuito.
  • Fachada do Hotel Excelsior Ipiranga, Centro, SP
    5 Hotel Excelsior Ipiranga, Av. Ipiranga, 770, Centro, São Paulo, SP ((Linha 3 vermelha ou linha 4 amarela, estação República)), +55 (11) 3331-0377, e-mail: . 24 horas. O Hotel Excelsior é locali­zado na região central de São Paulo e reconhecido como um dos melhores quatro estrelas da região. Foi projetado pelo arquiteto paulista Rino Levi e construído em 1943. É próximo à estação república e de pontos turísticos importantes da cidade, como o Teatro Municipal, a Sala São Paulo, a Biblioteca Mário de Andrade e a Galeria do Rock.
    A reserva pode ser feita online - no site do hotel - ou presencialmente. Sua infraestrutura conta com 183 apartamentos, 10 suítes e 2 apartamentos para defi­cientes físicos, todos com ar condicionado quente e frio, música ambiente, TV a cabo, minibar, tomadas 110 e 220 volts nos banheiros, cofre eletrônico, sistema telefônico com dis­cagem direta nacional e in­ternacional e linha de entrada para computador.
    O hotel também conta com academia e sauna seca, além de quatro salas de eventos disponíveis para locação.
    Diária do hotel, apartamento para um adulto: de R$236,00 a R$594,00.
  • 6 Praça Ramos de Azevedo. 24 horas. Em frente ao Theatro Municipal de São Paulo, constitui com este um espaço livre e amplo, aberto ao público. É favorecida por uma moldura excepcional formada pelo expressivo conjunto arquitetônico que o envolve: além do teatro,a praça é cercada pelo Viaduto do Chá, pelos prédios do antigo Mappin, pelo Edifício Alexandre Mackenzie (atual Shopping Light), pelo antigo Hotel Esplanada e, seu vizinho, o CBI-Esplanada. Destaca-se, ainda, a fonte sediada na praça e localizada em frente ao Theatro Municipal, com seu grupo escultórico formado pelo Monumento a Carlos Gomes, acrescido de outras doze esculturas (todas de bronze com base de granito), representando a música, a poesia e alguns dos personagens das óperas mais famosas de Carlos Gomes. Gratuito.
  • Igreja de São Cristovão, em São Paulo.
    7 Igreja de São Cristovão, Avenida Tiradentes, 84 (Próximo ao metrô Luz (linha azul)), 11 3227-3790. Atendimento da secretaria: Terça-feira: das 8h às 12h e das 13h às 17h / Quarta-feira: das 08h às 12h e das 13h às 17h / Quinta-feira: das 08:00 às 12h e das 13h às 17h / Sexta-feira: das 08h às 12h e das 13h às 17h / Sábado: das 08h às 12h e das 13h às 17h / Domingo: das 08h às 12h. Horário das missas: Sábado às 15h e Domingo às 09:00. Localizado ao lado da Estação Luz do metrô, o edifício tombado e restaurado, que pertence a Cúria Metropolitana, foi originalmente construído em 1855 e inaugurado em 9 de novembro de 1856, sendo durante muitos anos a Capela do Seminário Episcopal. Já em 1940 foi criada a Paróquia de São Cristovão. Com a abertura da rua 25 de Janeiro, uma ala do edifício foi demolida, passando por uma reforma apenas no início do século XX, substituindo materiais antigos usados originalmente, como a taipa de pilão, que servia como tijolo na época de sua construção. Atualmente o prédio é utilizado como hotel na parte superior e como comércio no térreo, permanecendo somente a antiga capela, Igreja de São Cristóvão, com suas funções originais. O santo padroeiro da igreja é considerado protetor e padroeiro dos motoristas, e em seu dia de festa, 25 de Julho, motoristas de todas as regiões formam uma fila em frente à igreja em busca de benção e proteção.
  • As casas da Vila dos Ingleses têm raízes nos estilos arquitetônicos isabelino e vitoriano
    8 Vila dos Ingleses, Rua Mauá, 836 (Metrô Luz). Conjunto de 28 casas assobradadas construídas entre os anos de 1915 e 1919, com o intuito de servirem de moradia para os engenheiros ingleses que trabalhavam nas obras da Estação da Luz e da Estrada de Ferro Santos-Jundiaí. O estilo arquitetônico das casas tem raízes nos estilos isabelino e vitoriano, com influências do colonial brasileiro. Antes de se tornar uma vila operária, o local era o jardim do palacete de propriedade da Marquesa de Itu, que doou a aristocrática residência à sua sobrinha-neta, Eliza de Aguiar D'Andrada, no ano de 1913. Eliza era casada com Eduardo de Aguiar D'Andrada, engenheiro da São Paulo Railway Company, que remodelou a construção para abrigar os engenheiros ingleses e suas famílias. Por volta de 1930, com a diminuição da utilização da mão-de-obra dos engenheiros estrangeiros, as casas da vila passaram a ser ocupadas por famílias paulistanas. Atualmente, a Vila dos Ingleses pertence a família Moreau - uma das ramificações dos descendentes dos Aguiar D'Andrada - e está tombada pelo IPHAN e pelo Condephaat.
  • Fachada da Casa Caetano de Campos.
    Casa Caetano de Campos, Praça da República, 54, no centro de São Paulo, região do bairro da Sé (Metrô República). Prédio tombado pelo patrimônio histórico estadual em 1978 através do Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico Arqueológico, Artístico e Turístico (CONDEPHAAT). Projetado por Antônio Francisco de Paula Souza e Domiziano Rossi para receber a primeira Escola Normal paulista em 1894, que anos depois se mudou para a Rua João Guimarães Rosa, 111, no bairro da Consolação, o imóvel atualmente é utilizado como sede da Secretaria Estadual da Educação de São Paulo. A Casa foi construída em alvenaria portante e possui três andares, sendo um subsolo, um térreo e um porão alto, além de três pavimentos.
  • Fachada do Teatro Cultura Artística antes do incêndio de 2008
    Teatro Cultura Artística, Rua Nestor Pestana, 196 (Fácil acesso de ônibus – ponto na Rua Augusta (R. Augusta, 17) ou na Rua da Consolação (Parada Minhocão).), 11 3256-0223. Localizado próximo a Praça Roosevelt, o Teatro foi construído por Rino Levi, um dos mais importantes e influentes arquitetos do século XX da cidade de São Paulo. O prédio foi inaugurado em 1950 e teve o seu tombamento em nível estadual e municipal. O local se destacou por ser um dos melhores auditórios de música do município. Por mais de cinco décadas, o edifício abrigou a Sociedade de Cultura Artística, instituição ligada principalmente à promoção da música erudita. A fachada do Cultura Artística é privilegiada por um mural de 48 metros de largura e 8 metros de altura feito em mosaico de vidro pelo artista Emiliano Di Cavalcanti (1897 – 1976). O painel, dessa forma, é considerado até hoje uma das obras de arte de maiores dimensões exposta em espaço público na cidade. Em agosto de 2008, o local foi parcialmente destruído por um incêndio. O desastre acabou comprometendo quase por completa a sua estrutura interna, preservando apenas a fachada. Atualmente, o Teatro está fechado e passa por obras de restauração do painel e, mais tarde, de reconstrução e ampliação das estruturas internas. Ao passar em frente ao local, mesmo após o incêndio, ainda é possível ver a dimensão e os detalhes do painel de Di Cavalcanti.
  • Fachada da Casa da Boia no ano de 2016
    Casa da Boia, Rua Florêncio de Abreu, 123 (Próximo a Metrô São Bento - linha Azul), (11) 3312-6255. Segunda à sexta, 9h - 17:45h. A Casa da Boia foi fundada em 1898 pelo imigrante sírio Rizkallah Jorge Tahan. É uma loja de metais não ferrosos e conta com mais de 5 mil itens em seus estoques. Sua fachada e o seu interior ainda preservam muito da arquitetura da época em que foi fundada. Gratuito.
  • Edifício Casa das Arcadas.3
    9 Edifício Casa das Arcadas, Rua Quintino Bocaiúva, 176 - Sé (Fácil acesso de metrô pela estação Sé, linha azul). Prédio tombado como patrimônio histórico, construído na década de 1920 pelo Escritório Técnico de Construções Siciliano & Silva. Atualmente é ocupado por diversos estabelecimentos comerciais e também por prestadores de serviços, tais como óticas e escritórios de advocacia. Abriga também uma tradicional loja de calçados chamada “Fidalga”, que foi inaugurada em 1928.
  • Entrada do parque Jardim da Luz.
    Parque jardim da Luz, Praça da Luz, s/nº - Bom Retiro (Metrô linhas: Azul e Amarela - Estação da Luz e Trem linhas: Rubi eCoral - Estação Luz), (11) 3227-3545. De terça a domingo, das 9h às 18h.. Criado como um horto botânico em 1825, o Parque Jardim da Luz é o mais antigo e tradicional parque público da cidade. O local possui área para apresentações, coreto, playground, uma gruta com cascata, equipamentos de ginástica, pista de cooper, chafariz, além de uma exposição permanente de esculturas. O parque também fica próximo a Pinacoteca, um dos mais conhecidos museus de arte do Brasil. O parque foi tombado pelo CONDEPHAAT em 1981. Entrada gratuita.
  • Hotel Central, centro de São Paulo
    Hotel Central, Avenida São João, 288 (Metrô: linha vermelha - Estação Anhangabaú). O hotel Central foi projetado pelo arquiteto Ramos de Azevedo e inaugurado em 1915. Representa um marco na história arquitetônica paulistana porque é primeiro hotel a ter quatro pavimentos. Funcionou até o final da década de 90. Atualmente é uma ocupação da FLM (Frente de Luta por Moradia).
  • Fachada restaurada do Conservatório Dramático de São Paulo
    10 Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, Av. São João, 269 - Centro, São Paulo - SP, 01035-970 (Saia na estação São Bento da linha azul do Metrô. Siga pela R. Boa Vista e vire à esquerda na R. Líbero Badaró. Siga em frente e vire à direita na Av. São João.), (11) 4571-0401, e-mail: . 9h-22h (exceto de segunda-feira e domingo). O Conservatório Dramático e Musical de São Paulo foi construído em 1906 e passou a ocupar o prédio na Av. São João em 1909. O local foi restaurado e entregue em 2012, quando foi integrado à Praça das Artes após ser declarado de utilidade pública pela Secretaria de Cultura da Cidade de São Paulo e, assim, ligou-se novamente ao Theatro Municipal de São Paulo. O prédio é a sede da Escola Municipal de Música de São Paulo. A entrada para visita ao Conservatório é feita recepção da Praça das Artes. É possível visitar no local a Sala de Exposições e a Sala do Conservatório. As visitas guiadas ocorrem de terça à sexta-feira às 11h, 15h e 17h; e aos sábados e feriados às 11h, 12h, 14h e 15h (as inscrições são feitas no local, por ordem de chegada, a partir das 10h). Gratuito.
  • Fachada do Edifício do Banco de São Paulo
    11 Edifício do Banco de São Paulo, Praça Antônio Prado, 9 (Próximo à estação São Bento (linha azul)), 11 3241-5822. Segunda às sextas-ferias das 9h às 16h. Localizado próximo à estação São Bento do metrô, o edifício do antigo Banco de São Paulo foi construído entre 1935 e 1938 com projeção do arquiteto Álvaro de Arruda Botelho. Diferente dos demais edifícios bancários da cidade, ele foi construído no estilo "Art Decó" -- e é uma das referências paulistas desse estilo arquitetônico. Em 1937, quando o Banco de São Paulo foi comprado pelo BANESPA (Banco do Estado de São Paulo), o prédio passou a abrigar a Secretaria Estadual de Esportes, Lazer e Juventude, que permanece no edifício até hoje. Apesar da mudança, ainda é possível encontrar detalhes que marcaram a história do prédio, como as caixas de correio nas portarias e os depósitos para cartas ao lado dos elevadores. O edifício foi tombado como bem cultural histórico-arquitetônico em agosto de 2003. Gratuito.
  • Edifício Palacete Riachuelo, em São Paulo.
    12 Edifício Palacete Riachuelo, Rua Doutor Falcão Filho, 151 (Em frente à saída do metrô Anhangabaú), (11) 3115-0309. Localizado na saída do metrô Anhangabaú e próximo ao Theatro Municipal e às ruas São Bento e 15 de Novembro, o edifício Palacete Riachuelo foi um dos primeiros prédios residenciais da América Latina. O projeto, do arquiteto Christiano Stockler das Neves, começou a ser construído em 1925 e foi concluído em 1928, e segue o estilo neogótico inglês. Na década de 40, os apartamentos foram colocados à venda e a elite paulistana da época os adquiriu, acompanhando o crescimento da cidade. Em 1976, o prédio correu sério risco de ser demolido por causa das obras do Metrô, que acabou derrubando algumas construções históricas, como o Palacete Santa Helena. Hoje, os apartamentos raramente são vendidos e há poucos compradores interessados, devido à desvalorização do Centro Histórico de São Paulo. Os salões do piso térreo são destinados ao comércio e a mesquita Bilalal Ghabash funciona no primeiro andar, e está aberta para visitação marcada.
  • 13 Associação Auxiliadora das Classes Laboriosas, Rua Roberto Simonsen, 22 (Próximo a Estação Sé - Linha 3-Vermelha do Metrô), 3293-3800. A Associação Auxiliadora das Classes Laboriosas nasceu por iniciativa de carpinteiros e pedreiros. Fundada em 31 de maio de 1891, tinha por finalidade criar cooperativas para desenvolver a construção civil e regular as questões de trabalho entre operários e patrões. Em 1909, a associação criou um plano de atendimento médico para os seus funcionários, que funciona até os dias de hoje.
    O edifício, concebido originalmente dentro dos padrões do ecletismo, sofreu inúmeras intervenções, destacando-se a realizada em 1933, quando a fachada foi redesenhada em estilo art déco. Do edifício original foram mantidos integralmente a sala Lourenço Gomes e o salão Celso Garcia.
    Tombada pelo patrimônio histórico no dia 19 de outubro de 1995, a sede na região central da cidade está atualmente abandonada.
  • Condimínio Edifício Viadutos, Praça General Caveiro Lopes, 19 - Bela Vista (no encontro entre os viadutos 9 de Julho e Jacareí, próximo à estação Anhagabaú do metrô, linha 3-vermelha), (11) 3115-2318. Construido em 1956 por Artacho Jurado, um dos nomes mais importantes na época na questão urbanistica da cidade, o Edifício Viadutos é uma expresão do bom gosto do arquiteto: sua estrutura reflete influências de padrões internacionais, como o déco, nouveau e, também, o luxo de Hollywod. Projetado para atender aos anseios da classe média e alta paulista, o Edifício Viadutos é um espaço residencial de alto padrão localizado no centro da cidade. Hoje, além de abrigar os moradores, é possível alugar as áreas comuns do condominío e o salão do prédio para realização de eventos, festas e gravações de filmes e novelas. Um destaque da construção é sua cobertura que, do alto de seus 27 andares, oferece uma vista deslumbante da cidade ao redor. Para realizar locações e visitas é necessário entrar em contato com a administração do condomínio. Preço sob consulta.
  • Praça Dom José Gaspar
    14 Praça Dom José Gaspar, Praça Dom José Gaspar, República (Metrô Anhangabaú, sentido Ladeira da Memória). 24 horas. A Praça Dom José Gaspar é um espaço público tombado pelo Condephaat, situado entre a Avenida São Luís e a Rua da Consolação. Em seu jardim encontram-se diversos monumentos como os de Cervantes, Goethe e Dante Aligheri. Na praça está localizada a Biblioteca Mário de Andrade, além do famoso Bar Paribar. Gratuito.
  • Casarão Marieta Teixeira de Carvalho
    Casarão Marieta Teixeira de Carvalho, R. Florêncio de Abreu, 111 - Centro, São Paulo (Próximo ao Metrô São Bento (linha 1, azul)). Construído em 1878, o casarão representa a arquitetura das residências urbanas da classe alta paulistana na segunda metade do século XIX. O local originalmente pertencia ao Senador Carlos Teixeira de Carvalho, mas, posteriormente à sua morte, foi herdado por sua filha, que dá hoje nome ao local. Ao longo dos anos, preocupada com a preservação do patrimônio de sua família, Marieta Teixeira de Carvalho vendeu parte do quintal e mais tarde, toda a construção ao Mosteiro de São Bento. Ela viveu lá até sua morte, que ocorreu em 1975. Já em 1981, o casarão foi tombado pelo CONDEPHAAT. A obra de restauro, projetada por Affonso Risi Júnior, tinha término previsto para 2007, afim de tornar o local um centro cultural ligado ao Mosteiro. Porém, não foi finalizado até hoje por falta de verba e atualmente funciona como almoxarifado do Mosteiro de São Bento.
    Vale ressaltar que o casarão é parte importante da história da cidade de São Paulo, já que trouxe, por exemplo, inovações para o ramo da construção ao utilizar tijolo em sua estrutura. Hoje é a última casa em taipa francesa da cidade.
  • Cine Ipiranga
    15 Cine Ipiranga, Av. Ipiranga, 770 e 786 (Próximo à Av. São João. A estação de metrô mais próxima é República (Linha Amarela e Linha Vermelha)). Prédio tombado pelo patrimônio histórico em 2009, a nível municipal, o Cine Ipiranga foi o quarto cinema projetado pelo arquiteto Rino Levi (1901-1965) na cidade de São Paulo. Inspirado no racionalismo italiano e nas formas geométricas do arquiteto polonês Erich Mendelsohn, Levi criou uma fachada quadriculada para o cinema. No processo de tombamento, foi descrito como uma monumental sala de cinema, representativa “de programas inovadores característicos de meados do século 20 em São Paulo”.

Construções[editar]

Estação da Luz
Estação Julio Prestes. Onde também fica a Sala São Paulo.
Edifício Copan
O "Edifício do Banespa" possui mirante com vista panoramica aberto a visitação
Replica de Edifício Histórico existente no Pátio do colégio (onde a cidade foi fundada) nos anos que se seguiram a fundação da cidade, em 25 de janeiro de 1554
Castelinho da Rua Apa em processo de restauro.
Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos
Moinho Matarazzo, no Brás.
Edifício Japurá
Santuário do Sagrado Coração de Jesus.
Fachada do Parque Residencial Savoia
  • 16 Catedral da Sé, Praça da Sé (estação Sé do metrô). A maior catedral neogótica do país e a terceira maior desse tipo arquitetônico no mundo. Inaugurada ainda inacabada, por ocasião das comemorações do quarto centenário da cidade de São Paulo, só teve sua construção inteiramente concluída (na forma como previa o projeto inicial de Maximilian Emil Hehl) em 2002, após passar por um grandioso projeto de restauro que lhe acrescentou várias das torres já previstas no projeto inicial. Seja por fora ou por dentro sua grandiosidade, beleza e imponência se revelam através de uma arquitetura repleta de ornamentos alusivos à fauna e flora brasileiros além de grandiosos vitrais e do maior órgão de tubos da América Latina (fabricado em Milão na Itália) que rodeia todo o altar. A catedral da Sé conta ainda com várias esculturas e mobiliário importados da Itália a pedido da cúria metropolitana de São Paulo especialmente para o projeto da catedral. Uma atração a parte é a monumental cripta no subsolo da catedral, onde estão sepultados os cardeais de São Paulo e também importantes figuras da história da fundação da cidade como o índio Tibiriçá, o Cacique Guaianás além do Regente Feijó (regente provisório do Império), encontra-se também sepultado nesta cripta Bartolomeu Lourenço de Gusmão, brasileiro a quem foi dada a primeira patente de invenção em 1707. A Catedral possui dimensões colossais, são 111 metros de comprimento, 46 de largura, as duas maiores torres possuem 92 metros de altura cada e uma enorme cúpula. A Catedral Metropolitana domina a paisagem da região da Praça da Sé, já cheia de edifícios históricos.
  • 17 Castelinho da Rua Apa, Rua Apa, 236 (fácil acesso de ônibus - com ponto embaixo do elevado Costa e Silva, conhecido como "Minhocão"). O Castelinho da Rua Apa é uma construção residencial do início do século (1912) de propriedade original de Dr. Luiz Carlos Gonçalves. Tendo sido tombado patrimônio histórico da cidade de São Paulo em 2004, o edifício passa por restauro desde 2015. Dessa forma, não é possível que se façam visitas ao seu interior e ainda não funciona nenhuma atividade cultural ou social no local. No entanto, devido às suas características arquitetônicas diferenciadas que lembram castelos medievais, é interessante passar pela frente do Castelinho para admirá-lo e tirar fotos da famosa residência. Fama esta que se deve a uma tragédia familiar ocorrida na década de 1930, na qual todos os moradores - mãe e dois filhos - foram encontrados mortos a tiros e, até hoje não se sabe quem foi o responsável; o que dá ao Castelinho um clima de mistério e local mal assombrado.
  • 18 Escola Estadual Caetano de Campos, Rua João Guimarães Rosa, 111, Consolação., (11) 32595206. O edifício foi projetado em 1910 pelo arquiteto alemão August Fried, que se inspirou no estilo dos palácios dos Reis Guilherme I e Guilherme II da Prússia. Tem 225 janelas, 86 metros de largura e 37 metros de profundidade nos pavilhões laterais. Teve, desde a década de 1930, um pavimento para abrigar a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, da USP, sendo um dos berços da universidade. Abrigou, durante anos, o Colégio Visconde de Porto Seguro, antigo “Deustche Schule”, estabelecendo sólidas relações com a história da educação de São Paulo. É considerado um monumento histórico e foi tombado como bem cultural do Estado e do Município de São Paulo pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico Artístico Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo (CONDEPHAAT), e pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (CONPRESP).
  • Colégio e Igreja São Bento, Largo São Bento. Impressionante e belo mosteiro onde há uma padaria que comercializa os pães artesanais feitos pelos monges além do próprio edifício em sí que é belíssimo por fora e ainda mais impressionante por dentro, o mosteiro é antiquíssimo e tem quase três séculos e existência além de ter sido o local de hospedagem do Papa Bento XVI em sua primeira visita oficial ao Brasil.
  • Fachada do Palácio dos Correios
    Palácio dos Correios, Avenida São João, s/nº (na esquina do Vale do Anhangabaú), 11 2102-3690, e-mail: . Terça a domingo, das 11h-17h. Antiga sede dos Correios em São Paulo, o edifício foi projetado pelo escritório de arquitetura de Ramos de Azevedo em estilo neoclássico. Inaugurado em 1922, o prédio concentrou as atividades administrativas dos Correios até a década de 1970, quando a instituição se mudou para outro endereço na Vila Leopoldina. Permaneceu ali apenas a Agência Central dos Correios, responsável por serviços gerais de postagem. O palácio foi tombado pelo CONPRESP (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico de São Paulo) em 2012 e, no ano seguinte, passou a abrigar também o Centro Cultural Correios São Paulo, com duas salas para exposições diversificadas e gratuitas. Entrada gratuita.
  • 19 Desinfectório Central, Rua Tenente Pena, 100 - Bom Retiro, (11) 2627 3880, e-mail: . De terça a quinta-feira, das 9h - 16h30. O prédio tombado foi inaugurado em novembro de 1893 e foi uma das primeiras instituições voltadas à área sanitária da cidade. Na época de funcionamento, o Desinfectório Central era o local em que se discutia sobre o combate de pragas e doenças, atuando na desinfecção de locais contaminados, remoção de doentes e diversas outras atividades ligadas ao saneamento básico, que não era tão desenvolvido. Atualmente, o prédio não tem mais essa função e da espaço ao Museu de Saúde Pública Emílio Ribas. Lá pode-se encontrar informações sobre a saúde pública estadual. Hoje, os visitantes podem se deparar com instrumentos utilizados no Desinfectório, bem como entender a história do antigo local. Além disso, há uma exposição com obras de artes produzidas por artistas anônimos que moravam no antigo complexo do Hospital Psiquiátrico do Juqueri e uma exposição sobre doenças infectocontagiosas, como a Aids e a gripe. Gratuito.
  • Edifício do Banespa (Edifício Altino Arantes). fechado para visitações. Esse que foi um dos grandes símbolos da era progressista paulistana a época de sua inauguração em 1947, é inspirado no Edifício Empire State Building de Nova York, Seu nome oficial é "Edifício Altino Arantes" e foi sede do Banco do Estado de São Paulo BANESPA até a privatização deste em em meados de 2001, com sua elegância e imponência esse "símbolo urbano" pode ser visto dos locais mais longínquos da cidade, possui uma enorme bandeira Estado de São Paulo tremulando em um mastro no alto de seus 161 metros de altura, pouco acima de onde se localiza um dos pontos turísticos obrigatórios da cidade, um observatório incrível de onde se avista uma infinidade de lugares em um raio de até 40km principalmente a leste e sudoeste e nos dias de céu claro e tempo aberto, é possível até mesmo avistar a Avenida Paulista a Serra do Mar e o "ABC Paulista" . Entrada franca e permanência limitada a cinco minutos devido ao grande fluxo de visitantes e espaço restrito no alto da torre.
  • Edifício Copan, Av. Ipiranga (ao lado do Edifício Itália). Apesar de ter sofrido alterações no projeto original de Oscar Niemeyer, esse enorme edifício de arquitetura modernista de 32 andares e 140 metros de altura possui uma forma inconfundível assemelhando-se ao de uma letra S ou mesmo de uma bandeira tremulando ao vento, atrai visitantes de toda a parte do mundo, principalmente de estudantes de arquitetura dada a projeção internacional do edifício que já foi capa de revistas internacionais de prestígio. Por todos esses atributos e por estar próximo de muitos outros pontos turísticos da cidade o Copan é hoje um dos grandes símbolos urbanos da cidade. O terraço do edifício tem uma excelente vista da cidade e é aberto a visitação, bastando ao turista informa-se sobre procedimentos junto a portaria.
  • 20 Edifício do Tribunal de Justiça de São Paulo, Avenida Ipiranga, 165 (em frente ao Edifício Copan), e-mail: . Aberto para visitação das 9h às 17h. É o Prédio dos Gabinetes dos Desembargadores do Direito Público Tribunal de Justiça de São Paulo, que foi o Hotel Hilton de São Paulo até 2004. A fachada do edifício é tombada e, portanto, algumas construções que alterariam a parte externa do prédio não foram alteradas (como escadas rolantes, que não puderam ser retiradas e, por causa disso, foram escondidas por trás de outras paredes, por exemplo). O prédio tem arquitetura singular, cilíndrica, desenhada pelo arquiteto Mário Bardelli, e possui 32 andares, além de dois andares subsolo. Para marcar visitas pelos gabinetes, outros andares e saguões, é necessário enviar um pedido de visitação por e-mail.
  • Edifício Eiffel, Praça da República (estação República do metrô). Foi projetado por Oscar Niemeyer.
  • Edifício Itália (esquina das Avenidas Ipiranga e São Luís, com entrada pela Avenida Ipiranga). O segundo mais alto edifício da cidade com 165 metros de altura, abriga o tradicional clube "Circolo Italiano", o Teatro Itália além de escritórios diversos, possui 42 pisos e o grande destaque do edifício é sem dúvidas o restaurante/bar no topo (41º e 42º pisos) que oferece uma ampla e espetacular vista em 360 graus da cidade. Entre as 15:00 e as 16:00 horas é possível visitar o alto do edifício sem que seja necessário consumir.
  • 21 Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, Largo do Paissandú, s/n - Santa Ifigênia, São Paulo - SP, 20050-094 (estação São Bento do metrô, Av. Prestes Maia), (11) 3223-3611, e-mail: . De segunda a sexta-feira - das 09:00 as 16:00. A igreja surgiu como uma pequena capela construída por escravos e alforriados em 1721, no Largo do Rosário (atual Praça Antônio Prado). Recebeu licença legal para ser levantada em 1725 e conseguiu arrecadar fundos para sua construção apenas em 1737. Devido às reformas modernas que a cidade passava no século XX, a igreja foi desapropriada de sua localização original e recostruída, em 1904, no Largo do Paissandu, onde se encontra atualmente. Ela foi tombada como patrimônio histórico de São Paulo em 1992 pela Conpresp. Possuí uma porta frontal de acesso ao público geral; uma porta lateral de acesso à Sacristia; e uma porta dos fundos de acesso restrito à Irmandade. Sua arquitetura é neorromânica.
  • Edifício Martinelli (esquina da Av. São João com Rua São Bento e Rua Líbero Badaró). Um dos maiores símbolos do luxo aristocrático da Belle Epoque paulistana esse edifício de 130 metros de altura finalizado nos anos 30 pelo seu idealizador e construtor o Comendador Martinelli, imigrante italiano que fez fortuna em São Paulo e segundo relatos de seus descendentes construiu este que foi o primeiro grande arranha - céus da cidade como retribuição a cidade de São Paulo.
  • Edifício Matarazzo. Foi construído para ser sede das indústrias Matarazzo no início do século XX. Sede atual da prefeitura da cidade, além de abrigar o gabinete do prefeito o edifício ganha destaque também por ter sido projetado pelo italiano Marcelo Piacentini (arquiteto oficial de Mussolini) por possuir um grande jardim com árvores e palmeiras em sua cobertura (há quem diga que seja um dos maiores desse tipo no mundo) e por ser o prédio de maior fachada revestida em mármore travertino em todo o mundo.
  • Estação Júlio Prestes, Praça Júlio Prestes, 11 3223-5199. Da antiga Estrada de Ferro Sorocabana, foi construída entre 1926 e 1938, hoje abriga a "Sala São Paulo", sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo - OSESP, é considerada uma das Salas de Concerto com melhor acústica no mundo. No edifício fica a Sede da Secretaria Estadual da Cultura de São Paulo além de ser uma estação ferroviária e ter espaços reservados a realização de eventos.
  • Estação da Luz (entre a Rua Mauá e a Av. Tiradentes). Uma bela, e já centenária estação ferroviária cujas estruturas metálicas foram fabricadas na Inglaterra e cujo estilo arquitetônico denota profunda inspiração na arquitetura Inglesa do final do século 19. A estação foi porta de entrada durante anos a fio para os imigrantes estrangeiros(principalmente italianos, espanhóis e japoneses) que chegavam ao porto de santos tendo como destino as lavouras de café do interior de São Paulo no início do século 20, muitos dos quais acabaram por fixarem-se na própria cidade de São Paulo dando origem a metrópole diversa e multi-cultural que se nota nota nos dias atuais.
  • Faculdade de Direito, Largo São Francisco (próximo à praça da Sé. Primeira faculdade de Direito do Brasil). Criada pela lei imperial de 11 de agosto de 1827, surgiu poucos anos após a proclamação da Independência do Brasil, destinada a formar governantes e administradores públicos. Foi uma instituição fundamental para a consolidação do Império do Brasil e da nova República, foi também o palco de aventuras dos poetas românticos brasileiros da geração do mal do século. Foram incontáveis as personalidades de grande prestígio da vida pública brasileira ali formadas, apenas de presidentes do Brasil podem ser citados: Prudente de Morais, Campos Sales, Rodrigues Alves, Afonso Pena, Nilo Peçanha, Venceslau Brás, Rodrigues Alves, Delfim Moreira, Washington Luís, Júlio Prestes, José Linhares, Nereu Ramos, Jânio Quadros, Ranieri Mazzilli. Sem contar uma infinidade de governadores paulistas, prefeitos paulistanos e dezenas de ministros de estado e diplomatas de prestígio.
  • Galeria Prestes Maia (estação Anhangabaú do metrô). Ligação subterrânea, entre níveis, que liga o Vale do Anhangabaú à Praça do Patriarca, abriga exposições temáticas de forma esporádica e inconstante, chama a atenção pela sua arquitetura e grandiosidade abrigando um acervo fixo de esculturas em bronze.
  • Igreja Nossa Senhora da Boa Morte (estação Sé - linha 1 azul)). Fica localizada na Rua do Carmo, próxima à Catedral da Sé. A Igreja foi inaugurada em 1810 e completou duzentos anos em 2010. Não se sabe a causa exata do nome, mas muitos acreditam que no século 19 o local era parada dos escravos condenados à forca e eles passavam ali para rezar por uma "boa morte". Apesar desta lenda, a Igreja também era conhecida como "das boas notícias", pois era uma das primeiras construções a se avistar quando as pessoas vinham do Ipiranga para a cidade. Tem construção simplória e já foi reformada pela prefeitura nos anos 1980. Missas: de segunda-feira a sexta-feira às 18h, sexta-feira às 12h, sábado às 15h e domingo com sessões às 10h e 18h. Rua do Carmo, 202. Grátis.
  • Pátio do Colégio. Aqui foi erguida a Escola de São Paulo de Piratininga, por José de Anchieta, o embrião da cidade de São Paulo. Ali fica também o Museu de Anchieta. Ao redor do Pátio do Colégio estão localizadas belas construções históricas além do monumento "Glória Imortal aos fundadores de São Paulo". Dentro do Pátio do Colégio há também um café.
  • Edifícios das Secretarias da Justiça e da Cidadania
    Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, Pátio do Colégio, 148 / 184 - Centro CEP 01016-040 - São Paulo - SP (Próximo ao Metrô Sé), (11) 3291-2600. 08h - 18h. Projetado pelo arquiteto Ramos de Azevedo, entre 1881 e 1891, a Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania fica localizada no Pátio do Colégio, nos números 148 e 184, no centro de São Paulo. Antigamente, a Secretaria da Agricultura e da Fazenda, também já abrigou a Caixa Econômica Estadual e o Tribunal de Alçada, antes de se tornarem a atual Secretaria da Justiça. Em 2013, a restauração de fechadas e telhados dos edifícios, bem como obras de acessibilidade e a elaboração de projetos de reparo nas outras áreas, começaram a ser realizados. Sem causar danos a arquitetura, que nesse caso segue o estilo neoclássico, em dezembro de 2014 a fachada da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania foi inaugurada pelo governador Geraldo Alckmin e pela secretária Eloisa de Sousa Arruda.
  • Teatro Municipal. Desenhada pelo escritório de Ramos de Azevedo, é uma das construções clássicas mais bonitas da cidade. Inspirado na Ópera de Paris a inauguração desse suntuoso edifício em 1911 foi responsável pelo que se conhece como sendo o primeiro engarrafamento de que se tem notícia na história da cidade de São Paulo. O local já recebeu bales, tenores, orquestras e peças teatrais de fama internacional mas o acontecimento histórico de maior relevância ali ocorrido foi a "Semana de Arte Moderna de 1922", evento considerado o marco de nascimento da arte genuinamente brasileira.
  • Vale do Anhangabaú. O Vale do Anhagabaú é um dos espaços públicos mais famosos e tradicionais da cidade de São Paulo. Até o início dos anos 90 nada mais era do que uma larga avenida sobre o relevo acidentado do canalizado Córrego Anhangabaú. A praça feita sobre laje que se vê atualmente fez a antiga avenida virar um túnel que faz parte do Chamado corredor norte-sul da cidade, uma das artérias de tráfego mais importantes da cidade. No Anhangabaú ocorreram e ainda ocorrem Shows, manifestações, comemorações e eventos culturais e esportivos.
  • Panorama do Viaduto Santa Ifigênia
    22 Viaduto Santa Ifigênia, sobre a Avenida Prestes Maia (ao lado da estação São Bento do metrô). Aberto 24h. Sua obra foi iniciada em 1911, com projeto dos arquitetos italianos Giulio Michetti e Giuseppe Chiapori. Foi inaugurado em 1913 pelo prefeito Raymundo Duprat. Sua estrutura metálica em estilo art nouveau foi fabricada na Bélgica em ferro fundido, fazendo desta uma bela obra de engenharia (e por que não dizer: "de arte") importada e instalada estrategicamente em pleno coração da cidade. O piso de lajes de concreto é revestido de pastilhas quadradas em três cores, formando um mosaico.
    Originalmente, a estrutura foi construída para facilitar o trânsito de automóveis e outros transportes que enfrentavam a ladeira da Av. São João e melhorar a passagem nas Ruas XV de Novembro e São Bento, por onde passavam os bondes. Com a Lei Municipal de Zoneamento, no final da década de 70, o Viaduto Santa Ifigênia tornou-se exclusivo para a passagem de pedestres.
    O Viaduto Santa Ifigênia interliga os largos São Bento e Santa Ifigênia, facilitando, assim, o trânsito de pedestres entre o centro velho e o Vale do Anhangabaú. Ainda sim, há uma escadaria metálica com piso de borracha pastilhada, que o torna acessível a partir da Praça Pedro Lessa, hoje, ocupada pelo Terminal Bandeira.
    De cima do viaduto é possível ter um panorama de pontos importantes na história da cidade de São Paulo, permitindo a visualização da Avenida Prestes Maia, do Parque do Anhangabaú, da Igreja de Santa Ifigênia, do Mosteiro São Bento, do edifício dos Correios, dos prédios Martinelli, Altino Arantes, Conde Prates, Mercantil Finasa, CBI-Esplanada, Conde Matarazzo, entre outros.
    Gratuito.
    Fachada do Edifício Viadutos, em São Paulo, na região central.
  • 23 Edifício Sampaio Moreira, Rua Líbero Badaró, 346. Conhecido como o "avô" dos arranha-céus paulistanos por ser o primeiro edifício de grande porte de São Paulo. Inaugurado em 1924, o edifício de 12 andares e 50 metros de altura foi projetado por Christiano Stockler das Neves e Samuel das Neves e revolucionou a arquitetura da cidade, que até então tinha prédios de no máximo 4 pavimentos. Foi administrado pelo banqueiro e comerciante José de Sampaio Moreira como edifício comercial, cujo mais tradicional inquilino é a mercearia Casa Godinho, que recebeu nomes como Assis Chateaubriand, Adhemar de Barros e Jânio Quadros. É tombado pelo CONPRESP (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico de São Paulo) e está fechado desde 2010, em processo de restauração para abrigar a Secretaria Municipal de Cultura.
  • Edifício do London & River Plate Bank, R. Quinze de Novembro, 336 (Próximo a estação São Bento do Metrô), (11)32446630. 10h-16h. Prédio tombado pelo patrimônio histórico em nível municipal, o Edifício do London & River Plate Bank foi construído em 1912 e inaugurado em 1924 para sediar o extinto banco inglês London & River Plate. Com uma estrutura de concreto armado e alvenaria de tijolos, o local é uma marca da ocupação bancária na região central de São Paulo durante o século XX. Tombado junto com toda uma região do Anhangabaú, o documento do CONPRESP justifica a decisão pelo "valor histórico, social e urbanístico representado pelos vários modos de organização do espaço urbano que compõem a área central da cidade de São Paulo, destacando-se o Vale do Anhangabaú". Hoje, é uma das sedes do Banco do Brasil.
  • 24 Igreja das Chagas do Seráfico Pai São Francisco, Largo de São Francisco, 173 (Próximo à Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, estação Sé do metrô), 11 3105-0966, e-mail: . Segunda a sexta, das 9h - 17h; Sábados, das 9h - 13h. A Igreja das Chagas do Seráfico Pai São Francisco foi originalmente construída em 1676 pela Venerável Ordem Terceira de São Francisco da Penitência, e após uma longa ampliação, foi concluída em 1787.
    A técnica construtiva utilizada é a taipa de pilão com embasamento de pedra. Tombada como patrimônio histórico em 1982, a igreja abriga o maior conjunto de pinturas de José Patrício da Silva Manso, que mostram pasagens da vida de São Francisco. Possui belíssimos altares folhados a ouro, com estátuas de anjos e santos que exibem as três fases do estilo barroca: a clássica, a primitiva e a posterior; além de pinturas no teto da nave e da capela-mor, que representam São Francisco entregando a regra aos irmãos terceirose São Francisco subindo aos céus num carro de fogo. Além disso, a igreja guarda em seu interior, restos mortais do militar Rafael Tobias de Aguiar, patrono do 1.º Batalhão de Polícia de Choque Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota). Toda quinta-feira, às 14h, ocorre uma visita monitorada ao acervo e dependências da Igreja. Além disso, o local abriga concertos musicais e exposições de arte.
    Gratuito.
  • Igreja São Francisco, Largo São Francisco, 133 (Próxima à estação de metrô Sé, que liga as linhas vermelha e azul), 3106-0081. Todos os dias, 7h30-20h. Inaugurada em 1647, a Igreja São Francisco faz parte de um conjunto formado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo e duas igrejas, sendo que a Igreja de São Francisco pertence à Ordem dos Frades Menores. Nesta igreja, é possível observar diversas imagens de padres franciscanos, incluindo a do próprio São Francisco, que é considerada a mais bela imagem localizada em uma igreja franciscana no Brasil Entrada franca..
  • 25 Igreja Evangélica Luterana de São Paulo (Igreja Martin Luther), avenida Rio Branco, 34 (Próximo ao largo do Paiçandu e à Galeria do Rock), (11) 32232097, e-mail: . Sede da Igreja Evangélica Luterana do Brasil, a igreja, também conhecida como Martin Luther, é um edifício tombado pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp). Projetada pelo arquiteto Guilherme Von Eÿe e fundada em 1907, a igreja é uma das únicas do Brasil a ter um órgão Walcker, de tubos, que ainda funciona. Restaurada internamente em 2010, a igreja recebe cultos todos os domingos, às 8h, e organiza lanches beneficentes para moradores de rua às sextas-feiras, às 14h.
  • 26 Moinho Matarazzo, Rua Monsenhor de Andrade, 640, esquina com a Rua Bucolismo, 77, Brás (Próximo à Rua do Gasômetro). Prédio tombado em 1990 pelo CONPRESP (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo). Edificio industrial de alvenaria de tijolos e estrutura metálica, projetado pelo arquiteto Nicolau Spagnolo e fundado em 1900. Foi a maior unidade industrial do ínicio do séc. XX, em São Paulo, tendo sido propriedade das Industrias Reunidas de Francisco Matarazzo. O moinho foi usado para a moagem e estocagem de trigo e algodão, além de comportar uma oficina para consertos e para a confecção de embalagens sacos.
  • 27 Vila Economizadora, Rua Economizadora, Luz (próxima à Rua São Caetano, também conhecida como Rua das Noivas). Todos os dias. A Vila Economizadora é uma vila operária, construída no início do período de industrialização da cidade de São Paulo. Próximos de áreas de várzea de rios e de estradas de ferro, esses conjuntos habitacionais eram normalmente ocupados por trabalhadores e ficavam próximos à seus locais de trabalho. Atualmente, as casas estão habitadas, mas é possível entrar na vila livremente. Entrada livre.
  • 28 Palácio dos Campos Elísios, Avenida Rio Branco, 1269 (Acesso fácil ônibus e carro), 11 3337-4605. Com 4 pisos e 4.000 metros quadrados, o Palácio dos Campos Elísios foi projetado e concluído entre 1890 e 1899, com influências italianas e francesas, como uma construção de luxo dos cafeicultores paulistas. O Palácio foi adquirido pelo governo do estado, serviu como sede do governo e residência para os governadores. Tombado em 1977 pelo CONDEPHAAT, o palácio passa por reformas internas desde 2013. Atualmente, o monumento está fechado para visitações devido ao processo de restauração.
  • Edifício Banco Paulista do Comércio, Rua Boa Vista, 314, São Paulo ((acesso de ônibus, carro e metrô).). Localizado bem ao lado da estação de metrô São Bento. O edifício foi construído entre 1947 e 1950 e foi projetado pelo arquiteto brasileiro Rino Levi. Tombado pelo Departamento do Patrimônio Histórico (DPH), o prédio foi descrito pela Prefeitura de São Paulo como “pioneiro na introdução da linguagem da arquitetura moderna no centro da cidade”.
  • Conjunto das Antigas Instalações da Escola Politécnica, Praça Coronel Fernando Prestes.
    • 29 Arquivo Histórico de São Paulo (AHSP), Praça Coronel Fernando Prestes, 152 (em frente a estação Tirandentes do metrô), 11 3396-6000, e-mail: . Segunda a sábado, das 9h às 17h. Depois de passar por diversos endereços, o Arquivo Histórico de São Paulo encontra-se desde 1999 dentro do Edifício Ramos de Azevedo, prédio de 1920 tombado pela CONDEPHAAT e que costumava acomodar a Escola Politécnica. O departamento é um órgão ligado à prefeitura e tem como função guardar, catalogar e conservar documentos públicos produzidos no nível municipal entre os séculos XVI e XX. Com um acervo de mais de 4 milhões de documentos, em todos os formatos, o arquivo é famoso por abrigar os registros mais antigos de toda a América Latina, as Atas da Câmara de Santo André da Borda do Campo (1555-1558). Ao lado, mas ainda pertencendo ao terreno do Arquivo Histórico, encontra-se o Antigo Laboratório de Hidromecânica, também tombado e com a lateral para a rua Afonso Pena, 258. Qualquer pessoa pode visitar o AHSP, mas para grupos acima de oito pessoas ou visitas técnicas, é necessário agendamento. Entrada gratuita.
    • 30 Centro Paula Souza (CPS), Praça Coronel Fernando Prestes, 74 (estação Tirandentes do metrô), 11 3311-0498, e-mail: . O Edifício Paula Souza, erguido no final do século XX, é o mais antigo dos prédios que compunham a antiga Escola Politécnica. Ali, encontra-se a Unidade do Ensino Médio e Técnico (CETEC), de educação presencial e a distância, do Centro Paula Souza, o qual é ligado ao governo estadual de São Paulo e à Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação. As funções do departamento são voltadas, em maior parte, para o desenvolvimento e aprimoramento do ensino à distância.
    • 31 Escola Técnica Estadual de São Paulo (ETESP), Av. Tiradentes, 615 (em frente a estação Tirandentes do metrô), 11 3326-0993, e-mail: . Fundada em 23 de março de 1997 e também ligada ao Centro Paula Souza, a ETESP é uma instituição de ensino que tem como intuito trabalhar para o aprimoramento da educação técnica e tecnológica em São Paulo. Com formação em Ensino Médio e Ensino Técnico, oferece aulas de administração, eletrônica, informática e meio ambiente, além de cursos técnicos modulares em administração, automação industrial, desenho de construção civil, informática e transporte rodoviário. A entidade fica dentro dos Edifícios Hipólito Pujol e Oscar Machado e tem entrada para a Avenida Tiradentes. É necessária autorização prévia para o acesso ao prédio por não funcionários e alunos.
    • 32 Faculdade de Tecnologia de São Paulo (FATEC), Praça Coronel Fernando Prestes, 30 (em frente a estação Tirandentes do metrô), 11 3322-2200, e-mail: . 9h-21h. A Faculdade de Tecnologia de São Paulo ocupa dois prédios. Um deles é o Edifício Rodolfo Santiago, erguido em 1944, o qual faz parte da área que costumava abrigar a antiga Escola Politécnica. Hoje, tombado pela CONDEPHAAT, acomoda a Secretaria Acadêmica da FATEC. Não alunos precisam de autorização para acessar as instalações, entretanto, em determinadas épocas do ano, visitas monitoradas são disponibilizadas.
  • 33 Edifício Japurá, Rua Guaianases, 50, 3221-0332. Tombado pelo Departamento do Patrimônio Histórico (DPH), o edifício foi projetado pelo arquiteto Eduardo Kneese de Mello e sua construção foi realizada nos anos 1940. Foi descrito pela Prefeitura de São Paulo como "um exemplo pioneiro da aplicação do conceito de Le Corbusier, 'unidade de habitação': edifício de grande porte, modular, suportado por um conjunto de colunas, os pilotis e apartamentos confortáveis."
  • 34 Santuário do Sagrado Coração de Jesus, ​Largo Coração de Jesus, 154 (Travessa da Avenida Rio Branco e próximo à estação Júlio Prestes da CPTM), 11 3331-0162, e-mail: . seg-sex, 7h-20h; sáb, 8h-11h e 15h-17h; dom, 7h-11h30 e 17h-19h. Tradicional reduto cultural e religioso da cidade, o Santuário do Sagrado Coração de Jesus é o mais antigo templo de estilo clássico-renascentista de São Paulo. Inaugurado em novembro de 1901 como centro de devoção ao Sagrado Coração de Jesus, foi elevado à condição de Santuário em 1914, sob a chancela do Vaticano. Além da extensa coleção de obras de arte sacra, principalmente de origem italiana, a Igreja ainda conta com sua majestosa torre de mais de 60 metros de altura, que contempla uma estátua, em cobre, do Cristo Redentor. O local está aberto para visitação todos os dias da semana, inclusive durante as cerimônias de casamento lá celebradas.
  • Palacete Tereza Toledo Lara
    35 Palacete Tereza Toledo Lara, Rua Quintino Bocaiuva, 22, Sé (Próxima à estação de metrô Sé). Atualmente encontram-se estabelecimentos comerciais no edifício e uma loja de instrumentos que remonta a metade do século XX. O palacete - projetado pelo arquiteto alemão Augusto Fried - já foi sede da rádio Record e, na década de 1940, abrigou diversas lojas de instrumentos musicais tornando-se conhecido como a "esquina musical de São Paulo". Entrada livre.
  • 36 Igreja da Ordem Terceira do Carmo (Capela da Venerável Ordem Terceira do Carmo), Av. Rangel Pestana, 230 (Próximo ao metrô Sé), 11 3119-1168. Inaugurada em 1592, nasceu como uma capela contígua à Igreja de Nossa Senhora do Carmo. A integridade do conjunto carmelita, formado pelo convento, pela Igreja da Ordem Primeira e pela Igreja da Ordem Terceira do Carmo, se perdeu com a desapropriação e demolição, em 1928, do edifício conventual e da Igreja da Ordem Primeira pelo Governo Estadual, que construiu a Secretaria da Fazenda no local. A Igreja da Ordem Terceira do Carmo, remanescente do conjunto carmelita, possui ambiência distinta da erguida no século XVI, já que passou por amplas reformas, principalmente a partir da construção da Avenida Rangel Pestana, metrô e praça Clóvis Beliváqua. Porém, ainda guarda um representativo conjunto da arte colonial paulista, com destaque para seu altar rococó do século XVIII e para as pinturas do mestre ituano Frei Jesuíno do Monte Carmelo que ornamentam seu interior. É tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e pelo órgão congênere do município (CONPRESP). As missas acontecem de segunda à sexta, às 12h15 e às 17h, e aos sábados e domingos às 9h.
  • Fachada do Colégio de Santa Inês
    37 Colégio de Santa Inês, Rua Três Rios, 362 (Fácil acesso ônibus e metrô (estação Tiradentes - linha 1 Azul)), 11 3334-9055. Escola católica fundada em 1907 pelas irmãs salesianas, o Colégio de Santa Inês era voltado, a princípio, para a educação evangélica de meninas. A construção, comandada pelo arquiteto italiano salesiano Domenico Delpiano, ocupa um quarteirão no bairro do Bom Retiro, com amplo pátio e uma capela nas instalações. Os dormitórios ainda servem de habitação para as freiras. Atualmente, o colégio da Rede Salesiana recebe alunos do maternal até o ensino médio.
  • 38 Portal de Pedra do Antigo Presídio Tiradentes (Arco de Pedra do Antigo Presídio Tiradentes), Avenida Tiradentes, 451 (Próximo às estações de metrô Tiradentes ou Luz). Único resquício de construção após a demolição do Antigo Presídio Tiradentes, ocorrida em 1972. O Portal de Pedra data de 1825 e foi tombado pelo CONDEPHAAT em 1985, como patrimônio histórico e monumento público. O Antigo Presídio Tiradentes ficou conhecido por receber os presos políticos durante o Estado Novo e também servir como local de repressão após 1964, durante o regime militar. Entre as figuras que passaram pelo presídio estão o escritor Monteiro Lobato e a ex-presidente da República, Dilma Rousseff. Atualmente no local, além do Portal de Pedra, encontra-se uma agência do Banco do Brasil e o Teatro Franco Zampari, da TV Cultura. A visita ao monumento é livre. Ele pode ser observado da calçada da Avenida Tiradentes a qualquer momento. Gratuito.
  • 39 Edifício Alexandre Mackenzie (Prédio da Light), R. Cel. Xavier de Toledo, 23 (acesso pela Estação Anhangabaú do Metrô - Linha Vermelha, próximo ao Theatro Municipal), (11) 3154-2299. Seg. a Sáb. das 10h às 22h. Dom e feriados das 14h às 20h.. Hoje abrigando o Shopping Light, o edifício fora sede da Light, antiga empresa distribuidora de energia elétrica na cidade de São Paulo e posteriormente da Eletropaulo. Projetado em estilo eclético pelos arquitetos Preston e Curtis e construído em 1929, o Edifício Alexandre Mackenzie, batizado em homenagem ao presidente da empresa na época, é reconhecido por suas grandes janelas vermelhas e fachada imponente. Por sua importância histórica junto ao Vale do Anhangabaú, o edifício foi tombado como bem cultural pelo Condephaat, Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo. A construção tem 50 metros de altura e possui 9 andares, sendo 4 deles pisos do atual shopping, com lojas, serviços e praça de alimentação. O Shopping Light também conta com um Free Walking Tour, passeios gratuitos pelo Centro Histórico de São Paulo (último domingo do mês, das 11h às 13h30) e pelo próprio edifício (último domingo do mês, das 14h30 às 15h30).
  • 40 Parque Residencial Savoia, Rua Vitorino Carmilo, 453 a 473. Vila de treze casas construída em 1939 pelo engenheiro polonês Salvador Markowicz. Com características da arquitetura fiorentina, foi projetada para abrigar a família do engenheiro. Já foi utilizada como cenário de comerciais, novelas e seriados, como o programa infantil Castelo Rá-Tim-Bum. Atualmente, as casas são administradas pela própria família e alugadas para fins comerciais. Bem histórico arquitetônico tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico Artístico Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo (CONDEPHAAT) em 2012.
  • 41 Palácio da Justiça, R. Onze de Agosto, s/n - Praça da Sé, São Paulo - SP, 01018-001 (Metrô linhas: Azul e Vermelha - Estação Sé), (11) 3117-2200. 12:30 - 19:00. Em 1874, o Palácio da Justiça ainda nem levava o nome pelo qual o conhecemos atualmente. Nessa época, o que existia era a primeira sede do Tribunal de Justiça, localizada na Rua Boa Vista, nº 20. Em 1891, logo após a promulgação da Constituição, surgia o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, que mais tarde precisava de uma sede para abrigá-lo, devido à expansão do judiciário e ao crescimento demográfico na cidade. Assim, em 1933 o Palácio da Justiça foi inaugurado, com Ramos de Azevedo responsável pelo seu projeto arquitetônico. Atualmente, o espaço abriga as salas de julgamento da segunda instância paulista e toda a estrutura administrativa de cúpula do judiciário paulista. Considerado um monumento histórico, ele foi tombado pelo CONDEPHAAT em dezembro de 1981.
  • Edifício Triângulo, na R. José Bonifácio, 24
    42 Edifício Triângulo, R. José Bonifácio, 24 - cruzamento com a R. Quintino Bocaiúva (Estação Sé do metrô. Acesso apenas para pedestres.), (11) 3106-0374. Inaugurado em 1955, o edifício tem 18 andares e 70 metros de altura. O projeto é do arquiteto Oscar Niemeyer, por encomenda do Banco Nacional Imobiliário. Na entrada do edifício, há dois painéis produzidos pelo artista Di Cavalcanti.
  • 43 CBI Esplanada, Praça Ramos de Azevedo - Rua Formosa, 357, 367, 373 (Próximo ao metrô Anhangabaú), (11) 3331-8114. Datado de 1946 e produto da verticalização do Centro de São Paulo, o CBI Esplanada é um prédio empreendido por investidores nacionais e imigrantes poloneses, sendo Lucjan Korngold o arquiteto responsável pela obra. Tornou-se um referencial para a aprovação de outros projetos modernos que viriam a ser construídos próximas ao parque Anhangabaú, rompendo com o padrão arquitetônico estabelecido pelas construções ao redor, tais como o Theatro Municipal e o Esplanada Hotel. Atualmente, o uso do edifício de 30 andares é comercial e institucional, acomodando, inclusive, o Sindicato Contabilistas São Paulo.
  • Edifício Guinle
    44 Edifício Guinle, Rua Direita, 49 (próximo à estação Sé do metrô, linha azul). Com sete andares e 36 metros de altura, o Edifício Guinle é considerado o primeiro arranha-céu da cidade de São Paulo. Construído em 1913 a partir de um projeto do arquiteto Hyppolito Gustavo Pujol Júnior, a construção foi pioneira no uso de concreto armado no país, resistindo com as suas características originais até hoje. O prédio foi construído para abrigar a sede paulista da empresa Guinle & Cia, e hoje serve como uma das lojas da Mundial Calçados, que adquiriu o imóvel em 1997.
  • Palacete Helvetia visto da esquina da Rua Santa Ifigênia com a Rua Aurora
    45 Palacete Helvetia, Rua Santa Ifigênia, 358. (Palacete Helvetia), Rua Santa Ifigênia, 358 (Metrô linhas: Azul e Amarela - Estação Luz). Antigo hotel, o Palacete Helvetia foi inaugurado em 1923. Seguiu a tendência da região, que abrigava os hoteis mais luxuosos de São Paulo. Bem como muitas construções próximas, seu andar térreo sempre foi destinado ao comércio, enquanto os andares superiores se designavam para moradias e hospedagens. A construção de fachada branca, privilegiada pela esquina da rua Santa Ifigênia com a Aurora, é inspirada no estilo art-nouveau e conta com diversos ornamentos feitos em argamassa e objetos metálicos, e representa bem a arquitetura da região do centro de São Paulo. Atualmente, seu andar térreo é ocupado por uma loja de eletrônicos e seu interior é desabrigado.
  • Quartel do Segundo Batalhão de Guardas
    46 Quartel do Segundo Batalhão dos Guardas, Avenida do Estado, s/n°, Sé, Parque Dom Pedro II (Estação Dom Pedro II). Fechado para visitação. A construção pertenceu ao 2º Batalhão de Guardas do Exército até 1992, quando a unidade foi transferida para Osasco e depois extinta em 1995. O quartel foi construído em 1765 e sofreu inúmeras reformas e já abrigou o Convento das Irmãs Duarte, o Seminário de Educandos e o Hospício dos Alienados. Foi tombado em 1981 pelo CONDEPHAAT como patrimônio, mas se encontra num estado de total abandono pelas autoridades, com várias rachaduras e janelas quebradas.

Museus/Centros Culturais[editar]

Teatro Municipal de São Paulo, palco da Semana de Arte de Moderna de 1922
Museu de Arte Sacra de São Paulo.
Fachada do Casarão Alameda Cleveland e Residência Vizinha
Palácio das Indústrias, atual Catavento Cultural
Vista frontal da Casa Mário de Andrade, em São Paulo, Brasil.
Fachada do Solar da Marquesa de Santos
Entrada da Academia Paulista de Letras
Vista da Casa Número Um
  • 47 Catavento Cultural, Avenida Mercúrio, s/n - Parque Dom Pedro II, Brás (http://www.cataventocultural.org.br/mapas), 11 3315-0051. 9h-17h (O museu fica aberto de terça a domingo, permitindo a entrada entre as 9h e 16h e permanência no local até as 17h). Instalado em um grandioso e imponente edifício de arquitetura eclética dos anos 1920, tem sua arquitetura instalada no Castello Sforzesco de Milão, na Itália, e já abrigou inclusive a Assembleia Legislativa do Estado nos anos 1940 e a Prefeitura Municipal de São Paulo entre 1992 e 2004, fica no Parque Dom Pedro II no limite entre o distrito da Sé no centro da cidade e o do Brás, já na zona leste. É um dos mais recentes equipamentos culturais da cidade. Sendo um espaço dedicado às ciências possui atrações que visam a interação com o público e que possuem didática diferenciada sendo o local ainda mais indicado para quem viaja em família. O local possui uma ampla área externa de onde se pode ter vista para o Skyline formado pelos grandes edifícios do centro antigo. No jardim encontram-se ainda exemplares de meios de transporte e máquinas antigas como: uma antiga bomba d água que fazia parte da usina Henry Bordem na encosta da Serra do Mar, trem “Maria Fumaça”, Bonde antigo, Charretes, e Até um antigo Avião bi motor a hélice. R$6,00 (inteira) e R$3,00 (meia - aposentados e idosos, crianças com idade entre 4 e 12 anos, estudantes portando carteirinha escolar e pessoas com deficiência). Aos sábados a entrada é gratuita..
  • Fachada da Casa de Dona Yayá
    Casa de Dona Yayá, Rua Major Diogo, 353 - Bela Vista, 11 3106-3562, e-mail: . 2a-6a, 9h-17h, sab-dom, 10h-15h. A Casa de Dona Yayá é a antiga residência de Sebastiana de Melo Freire, conhecida como Dona Yayá e membra da alta sociedade paulistana do início do século XX. A casa foi adquirida em 1925 pelos cuidadores de Sebastiana, depois de a única herdeira dos Melo Freire começar a apresentar sinais da mesma doença mental que levou seu irmão, Manuel de Almeida Melo Freire Júnior, ao suicídio. O palacete, localizado no distante Bixiga, na época, foi adaptado às necessidades da herdeira de então 43 anos, com janelas que só abriam pelo lado de fora e banheiros espaçosos. Hoje, o casarão pertence à Universidade de São Paulo. Não necessita de ingresso.
  • 48 Centro Cultural Banco do Brasil, Rua Álvares Penteado, 112 (esquina da Rua Alvares Penteado com a Rua da Quitanda), 11 3113-3651/3652. 3a-dom, 9h-20h. Espaço destinado a teatro e esposições artíticas instalado em um magnífico edifício histórico onde funcionou a primeira agencia do Banco do Brasil na cidade, já abrigou esposições como a dos "mestres dos impressionismo" em 2012 e uma mostra da artista plástica Yoko Ono dentre outras.
    Inaugurado em 21 de abril de 2001, o CCBB São Paulo é a quinta instituição cultural mais visitada no País e a 69º no mundo, de acordo com o ranking da publicação inglesa The Art Newspaper (abril/2014).
    Antes de se tornar um centro cultural, encontrava-se no espaço uma agência do banco, que adquiriu o edifício em 1923. Entre as atrações estão as exposições de artes plásticas e fotografia, apresentações de teatro, dança e música, além de palestras e exibição de filmes. Dois projetos são destaques do centro: o Programa Educativo e o Conhecendo o CCBB. O primeiro promove visitas monitoradas, seguidas por oficinas sobre as obras que estão em exposição e o segundo realiza uma visita guiada ao prédio, que discute e apresenta detalhes sobre a arquitetura do local.
  • Centro Universitário Maria Antônia, Rua Maria Antônia, 294 - Vila Buarque. 2a-6a, 12h-21h; sáb, dom e feriados, 10h-18h.
  • Conjunto Cultural da Caixa Econômica Federal, Praça da Sé, 111, 11 3321-4400. 3a-dom, 9h-21h. Espaço dedicado a exposições de arte e mostras temáticas temporárias localizado em imponente edifício histórico na Praça da Sé onde já funcionou a sede do banco em São Paulo.
  • Espaço Cultural BM&F, Praça Antônio Prado, 48, 11 3119-2404. 2a-6a, 10h-18h. Grátis..
  • Estação Pinacoteca (ao lado da estação Júlio Prestes). Este belo edifício histórico serviu como centro de tortura e também como carceragem do DOPS (Departamento de Ordem Política e Social) durante a ditadura militar, onde entres os anos 1960 e 1980 foram presas, interrogadas e até mesmo torturadas diversas personalidades políticas, artísticas e sociais da atualidade brasileira. Hoje funciona como um anexo da Pinacoteca do Estado expondo parte do acervo da mesma, além de abrigar o Memorial da Resistência, espaço dedicado a memória e reflexão dos anos em que o Brasil esteve privado da da liberdade de expressão imposta pelo regime militar.
  • Museu de Anchieta, Pátio do Colégio, s/n.
  • 49 Museu de Arte Sacra, Av. Prestes Maia, 676 (em frente à Pinacoteca). 3a-dom, 10h-18h. Instalado no mesmo local do Mosteiro da Luz que é considerado um dos mais importantes e bem conservados exemplares da arquitetura colonial brasileira do século XVIII. O Mosteiro foi projetado por Frei Galvão (primeiro Santo Católico nascido no Brasil) e cuja construção foi supervisionada pelo próprio . O Museu abriga um dos mais importantes acervos de arte sacra do Brasil, alinhando-se entre os principais museus dessa tipologia no continente americano. Possui um vasto conjunto de imagens sacras, capazes de apresentar a evolução dessa tradição escultórica no Brasil ao longo de toda sua história e por meio de seus principais autores, acervo este com aproximadamente 4.000 peças, tendo sido acumulado pela Mitra Arquidiocesana ao longo do século XX, com peças provenientes de antigas igrejas de todo o país (Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Centro-Oeste brasileiro) , possuindo uma coleção tombada pelo IPHAN repleta de obras de grandes expoentes como Aleijadinho, Frei Agostinho da Piedade, Frei Agostinho de Jesus, Mestre Valentim, Mestre Ataíde, Almeida Júnior e Benedito Calixto. Ingresso inteiro R$6.
  • 50 Museu da Energia (Casarão da Alameda Cleveland e residência vizinha), Al. Cleveland, 601, (11) 3224-1489. seg a sex, 10h-17h. O Museu da Energia de São Paulo, inaugurado em junho de 2005, é um espaço aberto à comunidade. Em suas salas, equipamentos interativos e atividades como jogos e projeções de filmes convidam os visitantes de todas as idades a participar de experiências científicas e a refletir sobre questões atuais envolvendo o tema da energia e seu futuro.
    O edifício-sede do museu é outra atração. O Casarão da Alameda Cleveland foi construído entre 1890 e 1894, quando o bairro dos Campos Elíseos era o endereço mais sofisticado da cidade, o palacete foi residência de Henrique Santos Dumont, irmão do aviador Alberto Santos Dumont e um dos homens mais ricos do Brasil na época.
    Caso opte por visitar a atração de carro o museu conta com estacionamento destinado ao embarque e desembarque de visitantes com dificuldade de locomoção. Caso a escolha seja por trasporte público (não recomendável,por conta do alto índice de violência das redondezas) a estação de metrô mais próxima é a da Luz e o terminal de ônibus Princesa Isabel.
    A entrada é gratuita e para visitas escolares ou em grupos entre em contato com a administração do parque através do email saopaulo@museudaenergia.org.br ou do telefone (11) 3224-1489.
    Grátis.
  • Museu da Língua Portuguesa (na estação da Luz, com entrada pelo lado da praça, em frente à Pinacoteca). 3a-dom, 10h-18h. Funciona dentro do prédio da Estação da Luz, é um dos espaços culturais mais visitados e famosos da cidade. Com temática pouco comum, ficou conhecido por ser o segundo museu no mundo dedicado a um idioma, sendo o único no mundo dedicado a um idioma que está entre os mais falados ao redor do mundo. O Museu possui atrações modernas e interativas que mostram ao visitante a riqueza, a complexidade, a diversidade e as diversas influencias recebidas pela língua portuguesa. É uma forma diferenciada de se conhecer mais e de aprender a reverenciar e respeitar a língua oficial não só dos brasileiros de vários países ao redor do mundo. Ingresso inteiro R$6.
  • Museu Memória do Bixiga, Rua dos Ingleses, 118, 11 3285-5009. 4a-dom, 14-17h.
  • Museu da Polícia Militar, Rua Dr. Jorge Miranda, 108. 3a-dom, 9h-17h. Grátis.
  • Museu do Transporte Público Gartano Ferolla, Av. Cruzeiro do Sul, 780 (estação Armênia do metrô), 11 3315-8884. 3a-dom, 9h30-17h. Aqui é possível encontrar desde os antigos bondes da São Paulo antiga até os ônibus vermelhos de dois anderes em estilo londrino implantados na gestão Jãnio Quadro.
  • Oficina Cultural Casa Mário de Andrade, Rua Lopes Chaves, 546 - Barra Funda, (11) 3666-5803 / 3826-4085, e-mail: . Entrada gratuita. Funcionamento: Terças-feiras aos sábados, 10h - 18h. Fechado às segundas-feiras e domingos. Antiga casa do escritor brasileiro Mário de Andrade, é, hoje, uma oficina cultural voltada às áreas de literatura e às várias linguagens artísticas e culturais. Seus cursos e oficinas tratam do estudo e da criação de diversos gêneros literários, jornalismo, crítica, interpretação de textos e redação, roteiros e dramaturgia. Também oferece atividades nas áreas de acervos culturais, cultura digital, audiovisual e artes plásticas, com enfoque na ilustração e na comunicação visual.
  • Pinacoteca do Estado, Praça da Luz, 2 (entre o Jardim da Luz e a Av. Prestes Maia). 3a-dom, 10h-18h. Instalado em um elegante edifício de autoria do escritório de Ramos de Azevedo, foi o primeiro museu da cidade de São Paulo, durante os anos 1990 passou por grande processo de restauração que o deu novo vigor e grande projeção no meio cultural da cidade passando a atrair exposições e mostras internacionais de prestígio. Ainda hoje é considerado um dos mais importantes museus de arte do Brasil e o segundo museu mais importante da cidade de São Paulo depois do MASP dada a grande qualidade e diversidade de seu acervo que conta, de forma fixa, com um expressivo conjunto de obras-primas do modernismo brasileiro, um núcleo de pinturas e esculturas oitocentistas européias, pinturas, esculturas, desenhos, gravuras, fotografias, tapeçarias, objetos de arte decorativa e um seleto conjunto de imaginária do período colonial, capazes de fornecer um amplo panorama da arte nacional e possui ainda obras de artistas consagrados do Brasil e do exterior como: Victor Brecheret, Tarsila do Amaral, Lasar Segall, Anita Malfatti, Cândido Portinari, Di Cavalcanti, Auguste Rodin, Aristide Maillol, Medardo Rosso, Antoine Bourdelle, Niki de Saint Phalle, entre outros. Ingresso inteiro R$6. Grátis aos sábados..
  • 51 Solar da Marquesa de Santos, Rua Roberto Simonsen,136 (próximo ao Pátio do Colégio), 11 3241-1593 / 1081 / 3105.6118, e-mail: . Terça a Domingo, das 9h-17h. A residência foi construída no século XVIII e serviu de moradia para Domitila de Castro Canto e Melo, conhecida como Marquesa de Santos, entre 1834 e 1867. As festas que foram realizadas no local tornaram-se famosas e o imóvel passou a ser chamado de Palacete do Carmo, uma das casas mais aristocráticas de São Paulo. Entre 1909 e 1967, o imóvel foi utilizado pela The São Paulo Gaz Company, que fez diversas modificações no local. Em 1975, o Solar foi incorporado ao patrimônio municipal e tornou-se sede da Secretaria Municipal de Cultura e alguns de seus departamentos, como o Departamento do Patrimônio Histórico (DPH). Por conta das diversas alterações na estrutura, o imóvel foi descaracterizado e precisou passar por uma recuperação, que teve início em 1991. O pavimento superior conserva paredes de taipa de pilão e pau-a-pique do século XVIII. Atualmente, o prédio é sede do Museu da Cidade de São Paulo e recebe diversas exposições culturais. Entrada gratuita.
  • 52 Academia Paulista de Letras, Largo do Arouche, 312, 11 3331 7222. Localizada em prédio histórico no coração de São Paulo, a Academia Paulista de Letras conta com ampla biblioteca aberta ao público (com algumas restrições de horário) e auditório onde ocorrem eventos periódicos, como grupos de leitura e conversas com autores.
  • Casa Número Um (Casa da Imagem de São Paulo), R. Roberto Símonsen, 136 B - Centro (Linha 1 (azul) ou Linha 3 (vermelha) do Metrô desembarcando, em ambos os casos, na estação Sé.), (11) 3106-5122, e-mail: . 9h - 17h de terça-feira a domingo; fechado às segundas-feiras.. A Casa Número Um, também denominada de a Casa da Imagem de São Paulo, é uma residência histórica. O seu nome deriva do fato de estar situada no n.º 1 da antiga rua do Carmo e atual R. Roberto Símonsen. Hoje, o sobrado de três andares é uma das doze edificações históricas que compõem o Museu da Cidade de São Paulo e suas exposições são voltadas à memória fotográfica da capital paulista. Além disso, o Museu também conta com visitas guiadas que devem ser previamente agendadas. Gratuito.
    Fachada do Memorial da Resistência de São Paulo
  • {{#coordinates:}}: latitude inválida53 Memorial da Resistência de São Paulo (Estação Pinacoteca), Largo General Osório, 66 - Santa Ifigênia, São Paulo - SP, 01213-010, Brasil (entre as estações Luz e Júlio Prestes da CPTM), 55 11 3335-4990, e-mail: . Aberto de quarta a segunda (fechado às terças), das 10h00 às 17h30. Construído pelo escritório Ramos de Azevedo entre 1910 e 1914, o edifício tomou maior importância quando foi ocupado pelo Departamento Estadual de Ordem Política e Social (DEOPS/SP), órgão policial, em 1940 e serviu de local de aprisionamento e punição para aqueles que representassem uma ameça para a vigente Ditadura Militar Brasileira do período. Com o fim desse órgão e a chegada dos anos 90 a administração passou para a Secretaria de Cultura do Estado e reabriu o prédio em 2002 com o nome de "Memorial da Liberdade". Apenas em 2008 se tornaria "Memorial da Resistência".
    Atualmente é relacionado com a repressão política praticada no Estado e preserva as antigas celas, as cartas, os documentos e uma grande linha do tempo maracando acontecimentos políticos. O lugar consegue fazer lembrar ao seu visitante a história do país e a força opressiva de um poder.
    Entrada Gratuita.
  • 54 Galeria Olido, Avenida São João, 473 (Próximo à estação República do metrô.), (11) 3331-8399/ 3397-0171. 9h às 22h.. A Galeria Olido está localizada ao lado da famosa Galeria do Rock, e a construção faz parte de uma série de monumentos históricos situados no centro velho de São Paulo. O recinto possui o célebre Cinema Olido, do qual foi o primeiro cinema da cidade em uma galeria, após uma revitalização, o cinema exibe filmes até os dias de hoje e ainda possui na sua decoração o charme dos anos 1920, época em que foi inaugurado. A Sala Olido também faz parte do complexo cultural que existe na galeria, a sala recebe peças de teatro, concertos e vários tipos de espetáculos. A Vitrine da Dança possui aulas de dança de salão e o Ponto de Leitura possui um acervo especializado em artes, ambos são espaços de agenda fixa na Galeria Olido. Gratuiti.

Faça[editar]

Passeie de bicicleta aos domingos na ciclofaixa, das 7h as 16h, passando pelos principais pontos turísticos do centro histórico: Catedral da Sé, Pátio do Colégio, mosteiro São Bento, Bovespa entre outros. http://www.ciclofaixa.com.br

Todas as quintas feiras às 20hrs ocorre a Caminhada Cultural Noturna pelo Centro, saindo do Theatro Municipal e sempre com um roteiro determinado que pode ser visto pela página deles no Facebook, não é necessário nem inscrição nem pagamento.

Compre[editar]

Fachado do Mercado Municipal Paulistano ou "Mercadão".
  • Grandes Galerias (entre a av. São João e Rua 24 de Maio). Prédio em estilo anos 1950, conhecido popularmente como "Galeria do Rock", pelos seus pisos circulam diáriamente uma infinidade de tribos urbanas, desdo os adeptos do Rock, Rip Hop etc..., o local é tradicional no comércio de discos de vinil sendo muito frequentado pelos caçadores de raridades do Rock. No local também é comercializada indumentária temática em meio a uma grande atividade comercial destinada a um público fiel.
  • 1 Mercado Municipal (Mercadão), Rua da Cantareira, 306 (Junto à av. do Estado). Atacado: Segunda a sábado, das 22h às 6h. Varejo: Segunda a sábado, das 6h às 18h. Domingos e feriados, das 6h às 16h. Reduto tradicional paulistano instalado em um imponente edifício de arquitetura clássica de autoria do escritório de Ramos de Azevedo, o "Mercadão", cujo nome oficial é "Mercado Municipal Paulistano", é hoje ponto turístico dos mais frequentados da cidade. Além de suas tradicionais iguarias e frutas exóticas, importadas dos locais mais diversos do mundo, o local abriga também um charmoso mezanino com restaurantes; onde é possível, ao visitante além da experiência gastronômica, contemplar a marcante arquitetura do local, (que já serviu inclusive como depósito de armas das tropas paulistas na "Revolução de 1932") e seus vitrais alemães.
    O edifício do mercado aniversaria no mesmo dia da cidade, 25 de janeiro. O Local conta com caixas eletrônicos, banheiros gratuitos e um posto da "Central de Informações Turísticas" - CIT que é um serviço de apoio ao turista mantido pela prefeitura de São Paulo.
  • Rua 25 de Março. Comércio popular de rua, "quinquilharias" e miudezas das mais varias, presentes, brinquedos, utilidades domésticas, decoração, eletrônicos, roupas, acessórios, tecidos.
  • Ruas Barão de Itapetininga, Sete de Abril e 24 de Maio. Galerias comerciais, lojas de souvenirs, farmácias, lojas para ligações telefônicas com preços e formas de cobrança diferenciados, lojas de rede. Perfumes, chocolates, máquinas fotográficas, eletronicos em geral, discos etc.
  • Ruas Direita, São Bento, José Bonifácio e arredores. Trata-se de centro de comércio popular de rua, lojas de roupas, calçados, bolsas, material escolar e de escritório, redes de fast food, sebos, farmácias, lojas de departamento (Americanas, Pernambucanas, Marisa etc.
  • 2 Shopping Light, Rua Coronel Xavier de Toledo, 23. É um Shopping ao estilo tradicional, lojas de grandes redes como Rener, Americanas, Boticário etc. Possui praça de alimentação no último piso onde é possível encontrar redes conhecidas de fast food além de restaurantes variados.
  • Rua Santa Efigênia. Eletronicos, informática, som, iluminação.
  • Rua Florêncio de Abreu. Máquinas e ferramentas, eletronicos, alétrica, hidráulica, equipamentos de segurança para o trabalho, artigos de pesca, camping, canoagem, lojas de utensílios etc.

Coma[editar]

Econômico[editar]

  • Bar Estadão, na confluência dos viadutos Major Quedinho e 9 de Julho. 24 horas.. Sanduba de pernil.
  • Biyou'z, Alameda Barão de Limeira, 19 - Campos Elíseos, (11) 3221-6806, e-mail: . Restaurante estiloso africano, com temperos inesperados em pratos como Pèpèsoupe, ou Djinja, drinque étnico.
  • Castelões, Rua Jairo Góis, 126, 11 3229 0542. Pizza.
  • O Gato que Ri, Largo do Arouche, 37/41, 11 3331 0089.
  • Galeto`s Grill e Pasta, Av. Dr, 11 3342 5310.
  • Sujinho, Av. Ipiranga (na esquina com a Av. Rio Branco), 11 3229 9986.
  • Lótus, Rua Brigadeiro Tobias, 420 (esq. Senador Queiroz), 11 3229 5696. Comida vegetariana chinesa por kilo.
  • Pedrinho, Rua São Bento, 487.
  • Ponto Chic, Largo do Paissandu, 27. Esse é o local onde o famoso sanduíche Bauru foi inventado.
  • Riconcito Peruano, R. Aurora, 451 - Santa Ifigênia (matriz), possui outros endereços na cidade., (11) 3361-2400. Pratos peruanos do chef Edgar Villar.
  • Rosa do Líbano (antes era Habib Ali), Av. Rio Branco, 443 - Campos Elíseos, (11) 3337-5022. Casa de irmãos libaneses serve kebabs, esfihas, quibes e falafel, além de chá de menta, em ambiente simples.
  • Sete Grill Restaurante, Rua Sete de Abril, 241, 11 3159 2430. Churrascaria e restaurante.
  • Sushi Aki, Avenida São Luis, 116, 11 3255 3061. Oriental.

Médio[editar]

  • Famiglia Mancini, Rua Avanhandava, 81, 11 3256 4320. Tradicional restaurante italiano.
  • Terraço Italia, Avenida Ipiranga, 344, 41º andar, 11 2189 2929.

Esbanje[editar]

Beba e saia[editar]

  • Bar Brahma, Avenida Ipiranga com a Avenida São João. Conserva as caractrísticas originais da década de 1920.
  • Cantho, Largo do Arouche, 32, 11 3723-6624. Clube gay.
  • Inferno, Rua Augusta, 501 - Consolação.
  • Royal, Rua da Consolação, 222.
  • Trash 80's, Alameda Ribeirão Preto, 258.

Durma[editar]

O Centro Histórico, depois do surgimento de novos polos empresariais em outras regiões da cidade, passou a concentrar uma rede hoteleira menos luxuosa, focando hoje, principalmente nos hospedes que vem a cidade para compras em zonas de comércio popular como a região da rua 25 de Maço, Bom Retiro, Brás, Região da Rua Santa Efigênia além das Feiras e Eventos. As vantagens de se hospedar no Centro da cidade são a abundancia de transporte público, principalmente o metrô que apesar de ser muito movimentado e cheio é limpo, seguro e rápido para se fugir do transito. Algo que se pode considerar positivo nos hotéis do centro além do transporte público é a proximidade com uma grande quantidade de museus, centros culturais, eventos ao ar livre e pontos turísticos famosos da cidade além de vários desses hotéis estarem instalados em belos edifícios históricos. É uma opção que apesar de reservar surpresas positivas não atende a gostos muito exigentes. Os hotéis do centro da cidade estão localizados principalmente na região da Praça da República.

  • Bourbon São Paulo, Avenida Dr. Vieira de Carvalho, 99 (esq. com Rua Aurora), 11 3337-2000.
  • Comfort Hotel Downtown, Rua Araújo.
  • Ibis Budget, Avenida São João, 1.140, 11 6878-6400.
  • Hotel Excelsior, Avenida Ipiranga.
  • Hotel Marabá, Avenida Ipiranga.
  • Hotel Nacional Inn, Avenida Casper Líbero.
  • Hotel São Paulo Inn, Avenida Casper Líbero (esquina com Rua Santa Efigênia).
  • Normandie Design Hotel, Avenida Ipiranga (esquina com Rua Santa Efigênia).
  • San Raphael Hotel, Largo do Arouche.

Segurança[editar]

Uma boa dica para quem transita na região central, principalmente na região da Praça da República, na praça da Sé, região da Avenida Ipiranga com a São João e arredores da estação da Luz é manter-se atento a aproximação de pessoas suspeitas. Tenha em mente que o centro de São Paulo tem regiões seguras e outras nem tão seguras devido a fatores sociais decorrentes de um forte processo de degradação e abandono que a região sofreu a partir dos anos 1970. Se por um lado a região é bastante movimentada e bem policiada durante o dia, à noite esse quadro tende a mudar muito, dando a impressão de local semi-deserto, à exceção de regiões como a Praça Roosevelt e Rua Augusta onde há grande movimentação de pessoas decorrente de casas noturnas e teatros. No geral, durante o dia a presença da polícia é facilmente percebida, inclusive com o uso de bases comunitárias móveis, o que transmite uma boa sensação de segurança para se caminhar e aproveitar a região. A porção do triangulo histórico próximo a Bolsa de Valores que é a parte mais antiga da região e da cidade tem sofrido uma elevação nítida no nível do comércio, bares, restaurantes e demais serviços sendo o local onde a sensação de segurança e limpeza é ainda melhor que nas demais partes do centro.

Mantenha contato[editar]

Este artigo é usável. Ele contém informações sobre como chegar e algumas indicações completas de restaurantes e hotéis. Uma pessoa mais corajosa poderia utilizá-lo para viajar, mas por favor mergulhe fundo e ajude-o a crescer!