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Núcleo Santana

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Núcleo Santana faz parte de uma das Unidades de Conservação mais importantes do mundo, o Parque Estadual Turístico do Alto – PETAR. O PETAR está localizado no Vale do Ribeira em Iporanga, na região sul do estado de São Paulo.

Chegar[editar]

Carro[editar]

  • Saindo de Iporanga:
Para chegar no Núcleo Santana, pegue a SP 165, é um estrada de terra que liga Iporanga a Apiaí, pegue em sentido Apiaí por 16 km (~30min), haverá uma bifurcação onde é visível a entrada do Parque.
  • Saindo de Apiaí:
Pegue a mesma SP 165, mas agora em sentido Iporanga, ande 25 km (~45 min), a entrada por esse caminho não é tão óbvia, fique atento as placas.

Ônibus[editar]

  • Saindo de Apiaí:
Pegue o ônibus sentido Iporanga, cuidado, os ônibus só têm dois horários, às 11 da manhã e às 16, não são bons para passearem no Núcleo Santana. Se só tiver a opção de ir de ônibus, melhor se hospedar em Iporanga.
  • Saindo de Iporanga:
  • Pegue o ônibus sentido Apiaí, desça no bairro de Serro. O ônibus sai as 7 hrs e o trajeto demora quase 1 hr.

Veja[editar]

Mapa de Núcleo Santana

O núcleo Santana possui as cavernas mais populares do parque: Caverna de Santana, Caverna do Morro Preto, Caverna do Couto, Caverna da Água Suja e Caverna do Cafezal.

  • Caverna Santana - 1 . é a segunda maior caverna do estado de São Paulo e é considerada uma das mais belas do Brasil, devido à diversidade de formações geológicas. De fácil acesso, encontra-se a 100 m de caminhada do quiosque de visitantes através da trilha pavimentada com paralelepípedos. A caverna foi adaptada para receber ecoturistas fazendo uso de estruturas que auxiliam e direcionam o turista durante o trajeto. São exemplos, a ampliação da sua entrada original ampliada, o acréscimo de passarelas da mesma rocha da caverna e escadas de madeiras internamente. A caverna de Santana possui vários níveis superiores, porém somente o conduto inferior apresenta-se ativo, abrigando o rio Roncador. Em seus salões são possíveis visualizar uma diversidade de espeleotemas, em grande parte representada no circuito principal de visitação, incluindo estalactites, estalagmites, cortinas, represas de travertino e helicites, alguns como formas pitorescas (“cavalo”, “pata de elefante”, “bolo de noiva”, “coração”, “peru”, entre outros).
  • Caverna Morro Preto - 2 . : ideal para ecoturistas iniciantes, esta caverna é considerada nível fácil. O acesso à caverna a partir do quiosque de visitantes é de 400 metros de distância percorridos por trilha bem definida que se inicia após a travessia de ponte sob o rio Betari. A entrada principal é feita após percurso de trilha com degraus, com alta declividade (aproximadamente 250 degraus). Ela possui 832 m de extensão e 61 m de desnível. Seu percurso de visitação é de 200 m, com duração média de 30 min. O pórtico de entrada é um dos mais belos do núcleo Santana, com aproximadamente 15 m de altura e 10 m de largura, sobretudo quando visualizado de dentro para fora, além dos depósitos de conglomerados que estão cimentados em seu teto. Estudos indicam que a caverna foi habitada por povos primitivos (sambaquis fluviais) há milhares de anos, pois seus vestígios foram encontrados no final do século XIX pelo pesquisador Ricardo Krone.
  • Caverna do Couto - 3 . Localizada no núcleo Santana, é uma caverna de fácil acesso. Ela se localiza a 300 m de distância do quiosque dos visitantes, trajeto que é percorrido a pé pela trilha que atravessa a ponte sob o rio Betari. Durante a subida é possível ouvir a Cachoeira do Couto, de aproximadamente 5 m de altura, popular entre os turistas durante os dias quentes por ter uma queda bonita e um poço de água gelada em sua base. A caverna possui 471 m de extensão e 26 m de desnível, retilínea e pouco acidentada. O circuito de visitação tem cerca de 400 m e é equipado com sinalização, corrimão e escadas de madeira. Dentre os seus atrativos, podemos citar: o pórtico de entrada e a fauna comumente observada na entrada principal, como opiliões.
  • Trilha do Betari: Com 3,6 km de extensão, este caminho interliga o quiosque dos visitantes às cavernas Água Suja e Cafezal, além das cacheira das Andorinhas e Betarizinho, nessa ordem. Sendo uma trilha de nível médio, ela apresenta desafios como degraus, escadas, passarelas e travessia do rio Betari com o auxílio de uma corda de segurança.
  • Caverna Água Suja - 4 . Conhecida por ter águas turvas em épocas de chuva, é necessário percorrer 1,3 km da Trilha do Betari para chegar nesta caverna. A caverna possui 2985 m de extensão e 220 m de desnível. Com circuito de visitação fechado (entrada e saída pelo mesmo local), é possível percorrer cerca de 1 km de caverna, acompanhando o leito do rio. Entre os seus principais atrativos estão: caminhada acompanhando o leito do córrego Água Suja; cachoeira subterrânea; poço com mais de 100 m de desnível, conhecido como “Dívida Externa”.
  • Caverna do Cafezal - 5 . Uma das poucas cavernas secas abertas à visitação, também apresenta médio grau de dificuldade para ser alcançada por ser necessário andar 1,8 km da trilha Betari para visitá-la. Desde a entrada é possível ver que esta caverna possui atrativos diferenciados, como conchas calcificadas, salões amplos, relativamente planos e belas formações geológicas, como o salão com flores de aragonita.
  • Cachoeira do Couto - 6 .
  • Cachoeira do Betarizinho - 7 .
  • Cachoeira das Andorinhas - 8 .

Faça[editar]

  • Caminhadas - O PETAR possui diversas trilhas abertas ao público. É por meio delas que se acessam as principais atrações do parque, como cachoeiras e cavernas. A mais famosa delas é a do Rio Betari, no Núcleo Santana, um percurso de 3,6 km de dificuldade média que passa por duas cavernas (Água Suja e Cafezal), além de cachoeiras (Andorinhas e Betarizinho).
  • Boia-Cross - Atividade aquática realizada por meio de boias ao Rio Betari. Cada boia comporta uma pessoa e o trajeto de 2 quilômetros é realizado em grupo. A atividade pode ser executada por dois trechos com diferentes níveis de dificuldade. Para sua prática é necessário o uso de alguns itens de segurança, como colete salva-vidas e capacete.


Coma e beba[editar]

Parque[editar]

Não há nenhum tipo de comércio dentro do parque, porém é permitido o acesso com alimentos no local - algumas trilhas contam, inclusive, com área de piquenique. Já fora do parque as refeições podem ser realizadas em pousadas, hotéis e restaurantes.

Iporanga[editar]

  • Mangarito Bar e Restaurante: Tem os melhores drinks e um ambiente especial. Panquecas, saladas e sobremesas aguçam o paladar de todos. Além do bar, há uma pista de dança para quem gosta de curtir um forró ou um bom rock. Estrada António Honório da Silva, km 13. Bairro da Serra, Iporanga – SP. www.mangarito.com / info@mangarito.com
  • Restaurante do Abílio: Serve uma deliciosa comida caseira. Tem sido uma ótima opção para quem chega desprevenido. Atendente praticamente em todos os dias da semana. Oferece almoço e jantar. Fica próximo ao centro do Bairro da Serra. Telefone: 15 3556 1405
  • Restaurante da Pousada da Diva: Tem a comida caseira mais elogiada da região. O estrogonofe é o prato mais famoso e há muita opção de saladas. Se você não está hospedado na pousada, é necessário agendamento prévio. Está localizado na própria Pousada da Diva, no Bairro da Serra. www.pousadadiva.com.br / contato@pousadadiva.com.br Telefone: 15 3556 1224


Durma[editar]

Hospedagem em Iporanga[editar]

Pousada Núcleo Terra
  • Pousada Núcleo Terra & Capitão Caverna. Endereço: Rua João Evilásio Nunes, 160 - Alto Coqueiro, Iporanga - SP, 18330-000. Telefone: (15) 3556-1125. nucleoterra.com.br
Possui agência de turismo com guias especializados
  • Pousada da Diva. Endereço: Rod. Antônio Honório da Silva, km 13 - s/n - Serra, Iporanga - SP, 18330-000. Telefone: (15) 3556-1224. pousadadiva.com.br
Possui agência de turismo com guias especializados
  • Glamping Mangarito. Estrada SP 165, Km 13, S/N - Bairro da Serra Petar, Iporanga - SP, 18330-000. Telefone: (15) 99745-8656. mangarito.com

Segurança[editar]

  • É fundamental ter um guia para entrar no parque
  • Leve tênis, camiseta normal e calça (itens obrigatórios) de preferência tecidos que secam rápido (exemplo: tactel), roupas de banho (biquíni, sunga etc), protetor solar, repelente de insetos, cantil, tênis antiderrapantes, meias, toalha, capa de chuva e mochila pequena.
  • Tenha pilhas extras para lanternas e sacos plásticos para impermeabilizar equipamentos, bem como para trazer o lixo de volta.
  • Cuidado nas estradas de terra em épocas de chuvas intensas, podendo ocorrer quedas de barreira e deslizamento.

Respeite (regras)[editar]

  • 01 monitor ambiental local a cada 08 pessoas
  • Intervalos de 20 ou 30 minutos entre cada grupo para entrar nas cavernas
  • Todo visitante deve estar com lanterna alimentada por bateria elétrica
  • É proibido o uso de carbureteiras (visitantes e monitores locais)
  • O visitante deve estar usando calçado adequado, calça e camiseta com manga normal que proteja os ombros
  • Todos deverão preencher uma ficha na portaria dos Núcleos ou no Quiosque dos guias com dados pessoas e o controle de cada caverna