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Cazenga

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Cazenga é uma cidade da província de Grande Luanda, em Angola.

Entenda[editar]

Por volta do século XVIII a região onde se situa o atual município do Cazenga era uma zona distante dos aglomerados habitacionais de Luanda, sendo até povoado por animais selvagens e existindo vários riachos que serviam de fonte de água para os mesmos. Conta-se que foi durante este século que chegou a esta zona um cidadão proveniente da agora República do Congo, de nome Miguel Pedro Cazenga, que ali se instalou, ocupando toda uma enorme extensão de terra que ia desde atual praça do Kinaxixe até ao actual município de Viana. Miguel Pedro Cazenga e seus descendentes viveram desde aqueles tempos nestas paragens. Consta também que um deles, Pedro Guilherme Cazenga, faleceu na região do actual Município aos 09 de janeiro de 1946 e que é em sua homenagem que foi definida a data de 9 de janeiro como dia comemorativo do Município do Cazenga.

No final da década de 60 o Estado colonial construiu os então chamados “bairros indígenas” para a população africana expulsa de áreas onde anteriormente habitadas e que iam sendo procuradas devido à rápidas expansão da cidade e da população de origem europeia. Deste modo a cidade de Luanda expande-se e a população “indígena” foi sendo paulatinamente empurrada para a periferia, nos chamados musseques. Esta população expulsa, os emigrantes vindos do interior atraídos pelas melhores oportunidades económicas de uma Luanda em expansão, resultou num contínuo aumento da taxa de ocupação da densidade populacional dos musseques.

Estes bairros indígenas possuíam um traçado organizado de ruas, que delimitavam quarterões, num modelo que facilitava também o controlo dos moradores pelas autoridades coloniás. Bairro deste tipo tiveram designações como “ bairro operário”, “bairro popular” e ”bairro Cazenga” .

Nasceu assim o musseque do Cazenga, construído em terrenos com tendência para o alagamento. Este bairro ficou muitos anos com uma taxa de ocupação relativamente baixa por ser considerado distante e isolado, quando comparado com outros musseques existentes na altura.

No final do período colonial, por razões politica os poderes colonias adotaram medidas para dar a zona periférica da cidade um maior equilíbrio étnico, promovendo o surgimento de assentamentos com populações de origem europeia o que sucedeu com então freguesia do Cazenga.

Desde este momento o Cazenga passa a ganhar outra configuração em termos urbanísticos, com o processo de edificações para sua melhor integração no tecido urbano da cidade de Luanda. Ate 1975 a então “freguesia do Cazenga” incluía um conjunto de bairros habitados por populações de origem europeia. O que hoje é a Comuna do Hoji ya Henda era um conjunto de bairros habitados maioritariamente pela população europeia, dos bairros São João, Adriano Moreira, São Pedro, Santo António, São Jorge, Vilela, Mabor, nomes que são ainda comuns neste município.

Hoje o Município populacional do Cazenga é considerado como um dos mais populosos e de maior densidade de Luanda. O Município ocupa uma área de 41,6 Km². Geograficamente estabelece fronteira com três Municípios, nomeadamente Cacuaco, a norte; distrito do Kilamba Kiaxi e distrito do Rangel, a Sul; Viana a leste e o do Sambizanga a oeste.

Comunas[editar]

O Município encontra-se dividido em três comunas: Cazenga, Hoji ya Henda e Tala Hady.

Localmente as comunas organizam-se por bairros, sectores e quarterões, cuja nomenclatura parece muitas vezes inconsistente.

A Comuna do Cazenga tem uma superfície de 10.50 km², com uma população estimada em 429.770 habitantes. A Comuna do Hoji ya Henda tem uma superfície de 9.30 km², com uma população estimada em 27.126 habitantes. A Comuna do Tala Hady como comuna sede, tem uma superfície de 18.80 km², com uma população estimada em 211.591 habitantes.

Clima[editar]

O município do Cazenga esta numa região semi árida, de clima tropical quente e seco que compreende uma estação chuvosa de Novembro a Abril e uma estação seca de Maio a Outubro.

Chegar[editar]

De avião[editar]

De barco[editar]

De comboio/trem[editar]

De autocarro/ônibus[editar]

De carro[editar]

Circular[editar]

De comboio/trem[editar]

De autocarro/ônibus[editar]

De barco[editar]

De carro[editar]

Veja[editar]

Faça[editar]

Eventos[editar]

Atividades[editar]

Aprenda[editar]

Dos sectores sociais este é dos mais importantes, pelo número de utentes que serve, pelos desafios que enfrenta no município e também pelo seu papel no desenvolvimento futuro do município e do país. O Estado e quantidade das infra-estruturas escolares são problemas frequentemente. Dados apontam que felizmente no município não há crianças fora do sistema escolar. actualmente o município conta com 77 escolas Estatais, sendo 64 primarias, 8 do Iº Ciclo e 5 do IIº Ciclo; 154 escolas comparticipadas e 26 colégios. A quantidade de escolas privadas e comparticipadas pode ser um outro indicador da carência de escolas no município.

Trabalhe[editar]

Compre[editar]

Coma[editar]

Econômico[editar]

Médio[editar]

Esbanje[editar]

Beba e saia[editar]

Durma[editar]

Econômico[editar]

Médio[editar]

Esbanje[editar]

Mantenha contato[editar]

Segurança[editar]

Saúde[editar]

Como foi referido acima a situação de saneamento do município é claramente insatisfatória. Por outro lado os serviços com um impacto directo sobre a saúde pública: distribuição de água, drenagem e esgotos, e recolha de resíduos sólidos, funcionam ainda de forma bastante precária. Para além destes problemas, e como foi também referido, a qualidade do ar é afectado pela poeira que paira frequentemente no ar, quer devido as obras quer ao intenso tráfego rodoviário nas vias que em grande parte não são pavimentadas. Todos estes problemas a montante do sector de saúde refletem-se numa pressão excessiva sobre os serviços de saúde. Do inquérito às famílias contatou-se que o paludismo é a doença que mais marcadamente aflige as famílias. 30% das famílias inqueridas revelaram ter tido casos de paludismo no mês anterior, 9% referiram ter tido casos de doenças diarreicas e 5% referiram ter casos de doenças respiratórias e de febre tifóide. Para reagir à situação existe um Programa Municipal de Controlo da Malaria, que integra como principais acções a distribuição de mosquiteiros e profiliaxia para mulheres gravidas. Está também em curso um programa de Luta anti-vectorial, através de processos de pulverização domiciliar com Bativem (para combater as larvas do mosquito) e de utilização de Biorate para combate aos ratos. Em relação ao VIH/SIDA, o município conta com um Centro de Aconselhamento e Testagem Voluntaria e com um programa de corte vertical.

O município possui 11 Unidades Sanitárias sendo:

  • Um Hospital Geral: Hospital dos Cajueiros.
  • Cinco Centros de Saúde de referência com salas de partos, que são: Paz, Asa Branca, Progresso, Hoji Ya Henda e Vila da Mata.
  • Três Centros de Saúde sem sala de parto, sendo: Centro de Saúde Siga, 11 de Novembro e Cariango.
  • Um Posto de Saúde: Tala Hady.
  • Um Hospital Municipal.

Cotidiano[editar]

Partir[editar]

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