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Yaoundé

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Yaoundé é a capital da República dos Camarões.

Chegar[editar]

Yaoundé conta com um aeroporto internacional, o aeroporto de Nsimalen, com vôos quase diários para a Europa, operado por companhias como AirFrance, SwissAir e Royal Air Maroc. Ele está há meia-hora do centro da cidade, a qual se liga por meio de uma estrada iluminada e segura. Yaoundé está ligada pela estrada principal do país com a cidade de Douala, capital econômica dos Camarões e, com várias outras regiões do país, das quais se pode vir com transporte comum, ônibus e vãs.

Circule[editar]

Em Yaoundé, há praticamente um único meio de transporte público, que são os taxis. Há duas modalidades de utilização, ou compartilhando, grita-se ao taxista o destino e em função dos demais passageiros e do preço proposto ele aceita transportá-lo, ou grita-se "depô", o que tornará o taxi exclusivo, a um preço fixo de 1500 fcfa de dia e 2000 fcfa à noite.

Faça[editar]

Talvez para o infeliz que venha de outras regiões dos Camarões e tenha sofrido com pouco acesso à água e a restaurantes, o melhor a fazer é visitar o Clube Noah, da família do jogador de tênis Yannick Noah, ou ir caminhar no Golf Clube de Yaoundé. Para os mais à vontade, o Mercado Mokolô e o Mercado Central são lugares interessantes, onde se vende de tudo e cada vez mercadorias chinesas. Na cidade há ainda alguns museus de arte africana, com coleções empoeiradas, única exceção à Fundação Muna. Com relação à vida cultural, há centros de difusão cultural que propõem atividades interessantes e concertos. Dois deles são o CCF, [Centre Culturel Français], que dispõe de uma boa biblioteca, além de projetar bons filmes e organizar festivais de teatro e cinema, e o Institut Goethe, que vêm apresentando shows de artistas camaroneses e organiza uma noite do cinema.

Compre[editar]

Mercado de artesanato de Tsinga, aberto diariamente. Cicam, loja de tecidos com motivos africanos.

Coma[editar]

Há vários pratos típicos camaroneses, em geral semelhantes a cozinha da África central do Oeste, como o cuscus. Alguns, no entanto, se destacam. São eles o Ndolé, mistura de folhas amargas misturadas com carne e sementes de abóbora e servidas ou com banana da terra ou com mandioca, e o Poulet DG, o frango Diretor Geral, que consiste em pedaços de frango misturados com legumes e banana da terra. Além disso, comem-se em quase toda a região que vai do centro à costa peixes grelhados com bastões de mandioca enrolados em folhas de bananeira.

Beba e saia[editar]

Yaoundé tem vários restaurantes locais e internacionais.

Locais: Le Bunker está em Nlongkak, próximo a Bastos, e propõe peixe e frango grelhados. Mulheres sozinhas podem sentir a atmosfera um tanto quanto difícil. L'Oasis, no bairro de Essos, é também uma boa opção. Em Bastos há ainda vários JCS, que ficam abertos quase todo o tempo, além de pequenos restaurantes, como o Chez Patrick, de preços módicos.

Internacionais: Os melhores restaurantes de Yaoundé, com pratos frescos e interessantes, são os chineses, cuja comunidade vem crescendo nos últimos anos. Dentre eles, o Village e o Tchan Tchan se destacam. Pode-se ainda comer comida italiana no Café de Yaoundé e ótimas pizzas no La Salsa. Evidentemente, há ainda os restaurantes dos hotéis, ligeiramente mais caros do que os demais.

Durma[editar]

Há vários hotéis e Yaoundé dispõe mesmo de um hotel Hilton, no centro da cidade. Para os afortunados, os hotéis Djeuga Palace, Hotel du Mont Febé e Hotel Franco são as melhores opções.

Para aqueles que pretendem ficar próximo a Bastos, bairro das embaixadas, os hotéis Meumi e Azur são boas opções.

Para os outros, o melhor a fazer é contactar pessoas vivendo em Yaoundé, através de sites como CouchSurfing, para pedir-lhes informações.

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